Dr Banz - 5 rainhas cannábicas da antiguidade

5 rainhas cannábicas da antiguidade

Salve Reino Banzer!

Hoje temos de fato, muitas mulheres que consideramos verdadeiras delegadas da cena cannábica brasileira, temos a honra de chamar algumas de amigas e guardamos admiração por muitas outras, que tão bem nos representam e defendem!

Mas por muitos anos a história deixou no esquecimento importantes personagens da história cannábica e na maioria das vezes, mulheres. Mas as lendas de importantes “ativistas da antiguidade” sobreviveram ao tempo e suas histórias revelam mulheres influenciadoras que usavam a maconha como ponto central de seus poderes.

Com a ajuda de Ellen Komp (que também é diretora do grupo de advocacia canábica California Norml), autora do livro Tokin’Women: a 4000-Year Herstory of Women and Marijuana, vamos conhecer 5 rainhas cannábicas da antiguidade?

Rainhas cannábicas

1. Deusa Ishtar, antigo Oriente (± 2300 a.C.)

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Conhecida como Queen of Heaven, (ou Rainha do Paraíso), a deusa da cura era adorada em uma vasta região do antigo Oriente e era conhecida por usar em seus rituais uma erva chamada “qunnabu”, ou cannabis.

2. Rainha de Sheba, norte da África (± 950 a.C.)

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Não se sabe com certeza se ela é ficção ou real, mas muitos registros históricos fala de uma mulher próxima ao rei Salomão, que o ajudou a construir seu templo com cordas de cânhamo, é mencionado que a Rainha de Sheba ao visitar o rei Salomão o presenteava com ouro, temperos e “ervas”.

3. Deusa Asherah, antigo Israel (± 1800 a.C)

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A deusa Asherah era relacionada com “A Árvore da Vida”. Porque detinha conhecimento sobre as coisas da natureza e detentora do fruto proibido que permitia o homem a pensar como os Deuses!

4. Princesa Ukok, antiga Siberia (± 1500 a.C)

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Conhecida como a Princesa de Gelo, seu túmulo foi encontrado apenas em 1993. E junto de uma múmia congelada, havia os restos mortais de 6 cavalos selados (provavelmente seu “transporte” para o outro mundo), ornamentos de bronze, ouro e um potinho com… HEMP!

5. Magu, antiga China (± 300 a.C)

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O próprio nome Magu, significa acompanhante de cânhamo e sua lenda diz que alcançou a imortalidade perto do Monte Sagrado Tai, onde o cânhamo cultivado na região, era agrupado no sétimo dia, do sétimo mês lunar.

Essa foi nossa homenagem a todas as mulheres cannábicas. As que lutam constantemente pela legalização da maconha em várias frentes de atuação (medicinal, social, artes, música, moda, política e muitas outras). E certamente provam que possuem uma linhagem quase real ou divina, como suas antecessoras! Obrigado por estarem conosco nessa luta!

BANZai!

Fontes: 01 e 02 e 03

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