Dr Banz - E esse memorando da Policia de Nova York

E esse memorando da Polícia de NY?

Salve Banzers!

Certamente a legalização da maconha causa cenas inusitadas por onde passa, em qualquer lugar do mundo!

Mas imagine que em Nova York, principal megalópole do mundo, chegou um memorando a todas as delegacias de polícia, que a partir de agora os policiais NÃO PODEM PRENDER NINGUÉM FUMANDO MACONHA EM PÚBLICO!

Desde que a pessoa esteja numa área onde o tabaco é permitido, está tudo bem!

O memorando ainda recomenda que policiais não podem mais usar o cheiro da erva para revistar um veículo. A “geral” no veículo, só é permitida se o policial tiver indícios que o condutor esteja alterado ou que o próprio condutor esteja consumindo m4conha ao dirigir.

Outra medida importante citada no memorando policial foi: “troca de maconha, em mãos, numa quantidade inferior à 85g (3 oz), sem compensação financeira, entre pessoas maiores de 21 anos, não é considerado venda”… WHAT?!?

Isso mesmo, até 85 gramas e não ter dinheiro envolvido, não configura venda!

Essas medidas foram publicadas na lei de legalização da c4nnabis, assinada pelo governador Andrew Cuomo. Medidas corretivas da própria polícia após a legalização da maconha porque:

  • De 2018 à 2020, 93% dos presos na cidade de NY eram pretos;
  • 4.081 prisões por posse de c4nnabis: 49% eram pretos, 39% latinos e apenas 7% brancos;

E a grande maioria dessas prisões têm registro justamente das 3 medidas citadas acima: consumo em público, “geral” no veículo e suposta prática de tráfico.

Uma medida que causa espanto (mas não deveria), pela quebra de estereótipos relacionados ao racismo e violência que muitos usuários enfrentam em todas as partes do mundo.

Que seja duradouro e sirva de exemplo para outros países sérios que cogitam o debate aberto sobre a legalização da m4conha, e não aqui onde o presidente considera projetos de legalização do cultivo como “porcaria”. Lamentável.

Hey Ho, Let´s Go New York City !!!

Fontes: 01 e 02 e 03

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Dr Banz - Porque as Redes Sociais ainda banem conteúdo c4nábico

Porque as Redes Sociais ainda banem conteúdo c4nábico?

Salve Banzers!

Antes de mais nada, você sabia que as redes sociais possuem políticas duras e não (totalmente) declaradas quando o assunto é conteúdo c4nábico?

Para as marcas que dependem exclusivamente da publicação de seu material nas redes sociais, isso é um tormento.

E um tormento que muda de regras, (as famosas guidelines) constante e aleatoriamente, o que dificulta demaaaaais o trabalho de quem gera conteúdo c4nábico.

Apesar de parecer improvável, as principais plataformas desaprovam que conteúdo sobre qualquer tipo de droga legalizada ou não, seja amplamente divulgado em seus feeds.

Anunciar produtos ou marca numa rede social é um risco constante, pois você nunca sabe quando toma um shadow ban, que basicamente é quando Facebook, Instagram, Tik Tok ou qualquer uma delas simplesmente esconde seus posts, ou restringe a entrega a poucos seguidores que mais interagem com sua marca.

Uma vez que a marca recebe um shadow ban, ela tem chances reduzidas de alcance e interação de seus posts.

E sabe qual o pior de tudo?

A marca/pessoa sequer é notificada que tomou um desses, a plataforma pode simplesmente deletar seus posts se achar de um dia para o outro que seu conteúdo vai contra as regras da comunidade.

Ter a conta deletada é um dos maiores castigos aleatórios já aplicados.

Temos diversos exemplos de gente que teve a conta deletada e conseguiu voltar online, mas muita gente perdeu anos de trabalho investidos em preparação, estudo, dedicação e muito esforço para ver seu sonho rolar.

Por isso queridos Banzers, valorizem as Marcas, Artistas, Lojas, Influencers, ou quem quer que seja que gere um conteúdo canábico que SOMA!

Prestigie quem te faz aprender, rir, chorar, se indignar ou bater palmas… porque a luta e o corre são diários contra regras que mudam, onde informação é banida, pessoas são deletadas simplesmente porque falam de MACONHA!

Fortaleça para Fortalecer!

Sempre!

BANZ-ai!

Fonte

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Dr Banz - Estudo clínico c4nábico na França

Estudo clínico c4nábico na França

Salve Banzers!

Boas notícias vindas do Velho Continente, que certamente mostram uma nova perspectiva de governos antes conservadores, pesquisando sobre os benefícios do uso medicinal da c4nnabis.

O governo francês, através do Ministério da Solidariedade e Saúde, lançou um estudo clínico que tem como objetivo coletar dados sobre a EFICÁCIA e SEGURANÇA do uso terapêutico da c4nnabis.

O estudo está sendo conduzido pela ANSM (Agence Nationale de Sécurité du Médicament et des Produits de Santé), a Agência Nacional de Segurança de Medicamentos e produtos para Saúde, que primeiramente através de um programa de seleção, escolheu algumas empresas para o fornecimento dos medicamentos, sem custo algum ao governo.

O fornecimento gratuito da medicação é uma maneira de ganhar credibilidade não apenas na França, mas também em outros grandes mercados da União Europeia.

Os pacientes participantes no estudo clínico francês, foram selecionados através do diagnóstico de algumas condições:

  • Alguns tipos de epilepsia severa resistente a medicamentos convencionais;
  • Pacientes de câncer, para administração dos sintomas;
  • Dor neuropática severa, resistente a terapias tradicionais;
  • Situações de cuidado paliativo;
  • Patologias do sistema nervoso central.

Os produtos fornecidos pelo governo aos 3.000 pacientes participantes, são formulações base óleo e flores secas para vaporização, entregues através de 215 postos de saúde espalhados pela França.

Um programa obrigatório de educação voltada a médicos e farmacêuticos está em operação em todo o país.

Apesar de aprovado para início das atividades em 2019, por motivos da pandemia do Covid-19, foram postergados e iniciaram em abril/21 e os primeiros resultados dessa excelente iniciativa francesa estão previstos para o segundo semestre de 2023!

“É papel da medicina lutar contra doenças e aliviar a dor. Como médico e como ministro da Saúde, estou orgulhoso da França poder pesquisar o uso medicinal da c4nnabis e assim apoiar milhares de pacientes que enfrentam doenças severas”, Olivier Véran, Ministro da Saúde e Solidariedade da França.

Ulálá! Alle France!

BANZ-ai!

Fontes: 01 e 02 e 03

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Dr Banz - ONU retira CANNABIS da lista de substancias mais perigosas

ONU retira CANNABIS da lista de substâncias mais perigosas

Salve Banzers!

59 anos.

Demorou apenas 59 anos para que a Organização das Nações Unidas (ONU) reparasse uma das maiores mentiras já contadas para a humanidade.

Em dezembro de 2020, a Comissão de Drogas Narcóticas (CDN) da ONU, votou por remover a cannabis da lista de substâncias mais perigosas.

De acordo com o portal de notícias da ONU, após revisão de uma série de recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) da cannabis e seus derivados, a CDN votou pela decisão de retirar a maconha da lista IV da Convenção de Drogas Narcóticas de 1961!

Para que você tenha ideia do absurdo do que é esse documento, a maconha estava listada como substância de alta periculosidade sem valor terapêutico, como a heroína.

Inacreditável e Triste.

Pense em quantas pessoas ao longo desses anos não puderam receber alívio para doenças com claras indicações de ação terapêutica da cannabis.

O uso medicinal da maconha foi negado a milhares de pessoas, por uma campanha proibicionista e baseada em mentiras e jogo político.

A decisão tomada no finalzinho de 2020, abre a porta do reconhecimento das propriedades medicinais e dos benefícios que a cannabis pode proporcionar à vida das pessoas.

Depois de anos validando o negacionismo, apoiando a mentira, tirando o direito de uma alternativa medicinal efetiva para inúmeras doenças, finalmente a ONU dobra o joelho à verdade.

Um tapa na cara de terraplanistas e governantes de países proibicionistas como o nosso.

Uma vitória tardia, mas de imenso valor para a Maconha!

BANZai!

Fontes: 01 e 02 e 03

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Dr Banz - Referendo na Nova Zelândia cancela caça anual à maconha

Nova Zelândia cancela caça anual à maconha

Salve Banzers!

Primeiramente, vamos no situar! A Nova Zelândia é um país composto por duas grandes ilhas principais, localizado no meio do Pacífico Sul, um pouquinho abaixo da Austrália.

Recentemente passou por um referendo (voto popular). Ele perguntou à população sobre a legalização da maconha para uso adulto/social (que alguns chamam “recreativo”) em outubro de 2020.

Por uma diferença apertada, 51% x 49%, o não à legalização venceu e justamente pelo resultado parelho, os ativistas locais prometeram continuar de fato normalizando a informação sobre a pauta cannábica.

Recentemente conquistaram uma vitória pró ativismo que ganhou as manchetes!

Dr Banz - Nova Zelândia cancela caça anual à maconha

Durante 20 anos o governo financiou uma caçada anual a cultivos outdoor ilegais de maconha por todo o país.

Feita com a ajuda de helicópteros, sobrevoavam grandes quantidades de terreno durante semanas, consumindo dinheiro público e horas de serviço da força policial.

O governo e o comando da polícia informaram que estão extinguindo a operação aérea anual de caça à maconha, que custava aos cofres públicos nada menos que $700.000 (dólares neo zelandeses) em combustível e horas extras!

“Com o aumento dos prejuízos causados em nossa comunidade por outras drogas, em particular a metanfetamina, faz com que uma caça aérea anual a cultivos de maconha certamente não faça sentido como melhor uso do recurso policial disponível”, declarou Poto Williams, deputada pelo partido trabalhista.

Lembrando que a Nova Zelândia,tem aproximadamente o tamanho de Tocantins e uma população de quase 5 milhões de pessoas. Mas apesar do tamanho territorial e de sua população já aparece no top 10 em um relatório sobre drogas da ONU.

E segundo um relatório sobre drogas emitido pela própria ONU, é o 9º país com maior taxa de consumo de cannabis no mundo!

BANZai ao ativismo neozelandês que mesmo com o resultado negativo do referendo, não baixou a guarda e conquistou esse importante passo para a diminuição do estigma que infelizmente ainda ronda o consumo de cannabis.

Fontes: 0102

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Dr Banz - O fim do turismo canábico em Amsterdam?

O fim do turismo canábico em Amsterdam?

Salve Banzers que curtem um turismo canábico!

A Holanda prepara um movimento drástico, inesperado e surpreendente quando reabrir suas fronteiras após a pandemia do COVID-19. A atual prefeita de Amsterdam, Femke Haselma, está trabalhando firme para banir o turismo canábico na Holanda.

Em 2019, estima-se que 46 milhões de pessoas visitaram a Holanda. Para 57% dos visitantes internacionais, conhecer um coffee shop era considerada “muito importante”, conforme revelou pesquisa realizada pelo próprio governo.

Mas a proposta da prefeita de Amsterdam é diminuir o fluxo de turistas para melhorar a qualidade de vida dos residentes. Por isso quer implementar a proibição da venda de maconha para turistas e permitir que apenas cidadãos e residentes possam ter acesso a compra e consumo.

Com o crescente aumento do fluxo de turistas a cada ano, as passagens aéreas dentro do continente europeu baratearam bastante e Amsterdam virou destino para o final de semana. Com o setor do turismo em colapso devido à pandemia, a prefeita Haselma está determinada a remodelar o setor assim que a crise passar.

“Amsterdam é uma cidade internacional e queremos receber turistas que venham nos visitar por nossas belezas naturais, instituições culturais e pela beleza da cidade! Somos muito mais que drogas e sexo”, declarou Femke Haselma.

Dr Banz - O fim do turismo canábico em Amsterdam?

O Turismo Canábico

570 coffeeshops espalhados pelo país (166 em Amsterdam) e desde a década de 70 o governo tolerou o crescimento desses estabelecimentos.

Amsterdam certamente sempre estimulou a cultura cannábica e outras atividades, como receber a famosa Cannabis Cup por décadas.

Ainda não se sabe qual será o desenrolar dessa história, mas gostaríamos de continuar tendo a oportunidade de experimentar as delícias holandesas, num país que sempre foi exemplo de maturidade com relação à política de drogas e respeito aos direitos individuais.

Aguardamos cenas do próximo capítulo…

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BANZ-ai!

Fontes: 01 e 02

Dr Banz - Se for banzar na França, cuidado!

Se for banzar na França, cuidado!

Salve Banzers!

Para aqueles que precisarão viajar ou trabalhar nos próximos meses na França, cuidado.

Principalmente se for Filho ou Filha de Jah!

Desde o início de agosto, o primeiro ministro francês, Jean Castex, autorizou a polícia local a fazer blitz aleatórias para reprimir o consumo de drogas ilícitas, especialmente a maconha.

Multas de €200 foram aplicadas nos locais de infração num teste piloto e agora a iniciativa será executada em todo o país.

A medida vem depois da publicação de um monitoramento feito pela Agência Europeia de Monitoramento de Abuso de Drogas, que revelou o uso de cannabis entre jovens (15~16 anos) franceses foi de fato, maior que em qualquer outro país em toda a Europa.

Atualmente os banzers da França ocupam o #1 no consumo de cannabis em todo o continente europeu e o #3 para consumo de cocaína.

A nova medida visa “simplificar o trabalho da polícia sem atrasos”, segundo o primeiro ministro Castex.

Se o infrator for autuado, recebe uma multa de €200 ali, ou seja, tomou enquadro em solo francês, vai morrer aproximadamente R$1.000.

Se a multa for paga em até 15 dias, cai para €150 (um pouco mais de R$600) e se ultrapassar 45 dias vai para modestos €450, mais de R$2.300!

Pelo visto aquele movimento global #AcolhaNãoPuna (#SupportDontPunish) passou longe das terras francesas, um retrocesso tremendo.

BANZai!

Shoulder Bag de Cânhamo do Dr. Banz
Shoulder Bag de Cânhamo do Dr. Banz

Fonte

Dr Banz - A maior mentira contada contra a humanidade

A maior mentira contada contra a humanidade

Good VIbes Collection
Good VIbes Collection – Vamos normalizar e acabar com a mentira sobre a maconha!

Salve, Banzers!

Segue abaixo o manifesto escrito por Antonio Zanon, artista plástico e ativista que de fato, luta pela legalização da maconha no Brasil. Leiam, mas reflitam. Apoiem, mas divulguem. Fazendo isso, certamente estarão contribuindo na causa.

Banzai!

MANIFESTO
CARTA ABERTA DE EXPOSIÇÃO DA OMS (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE)

Você já parou para pensar no absurdo que é a proibição da maconha ao redor do mundo? Já parou para se perguntar por que tanta criminalização e perseguição a uma “simples planta”?

É justamente isso. A maconha pode ser tudo, menos, uma “simples planta”. E todo mundo já sabe disso.

Hoje em dia, milhares de pessoas já se beneficiam da maconha com tratamentos medicinais. Além disso, ela gera energia, tecido, fibra, alimento e estima-se que é possível diversificá-la em mais de 20 mil produtos. Todos biodegradáveis e autossustentáveis. Perfeitos para os dias em que vivemos e nossas reais necessidades.

Com tantos benefícios e diversidade, ela só poderia se tornar um perigo eminente para as grandes corporações que logo, mostraram-se como a grande mola propulsora e uma das principais causadoras de sua proibição em boa parte do mundo.

Mas a algo bem pior por trás disso tudo e todo o esforço do lobby corporativo proibicionista perdem sua importância quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) assume toda a responsabilidade, atestando para o mundo inteiro que a maconha é uma droga letal, como fez na Convenção única de 1961, estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A partir daí, a maconha passa a ser proibida no mundo inteiro, praticamente. A partir dessa mentira! Uma mentira consciente que gera um prejuízo incalculável para a humanidade e a biodiversidade de todo o planeta, até os dias atuais.

A OMS sempre soube que a maconha nunca foi letal.

Aliás, eles sempre souberam que a maconha é muito mais do que uma droga. Uma das plantas mais versáteis de toda a flora, que poderia mudar o estilo de vida de todo o planeta.

Diante disso, tentar calcular o prejuízo à vida humana, gerado por essa mentira, seria o mesmo que somar todas as pragas, conflitos, guerras, racismo, xenofobia e mortes ao redor do mundo desde o início de nossa sociedade até a atual guerra as drogas, e não chegaríamos perto desse número. É estarrecedor.

Esse cálculo torna-se inimaginável e incalculável, quando se acrescenta mais de 60 anos de paralização de pesquisa científica. O resultado é um absurdo tão gigantesco que poderíamos dizer que essa é uma das mentiras que mais prejuízo gerou ao planeta e a todos nós. Desafiamos a você tentar fazer esse cálculo!

E é por isso que podemos afirmar que a legalização da maconha é uma mentira. No mundo todo.

Não se acaba com uma doença, tomando remédio para a dor. E sim, atacando a causa. Estamos enxugando gelo.

Quando rebobinamos a fita, percebemos que todo problema em relação à maconha, tem origem nessa covarde e cruel mentira. Assinada e abalizada pela ONU e principalmente por quem quer gerir nossa saúde, a OMS.

É cruel demais. Covarde demais.
Eles têm que ser expostos.
Eles têm que assumir essa culpa!
A OMS tem que pagar por esse crime hediondo!

(Antonio Zanon)

https://www.instagram.com/zanonart/
https://www.behance.net/zanonart
[email protected]

Dr Banz - A maior mentira contada contra a humanidade

Dr Banz - Novos Mercados Cannábicos

Novos Mercados Cannábicos

Salve Banzers !!!

Como todos sabem, estamos patinando no cenário político da legalização graças aos ilustres asnos governantes desse país.

Enquanto isso, outros países já partiram para a legalização e estão organizando novos mercados.  Criando empregos, coletando impostos e gerando renda com a indústria da maconha, que só se expande em todo o planeta.

Depois do boom cannábico uruguaio, canadense e a expansão do mercado americano, (onde estados votam suas próprias leis), certamente a legalização vem se expandindo e cruzando fronteiras.

Mas e agora? Onde será a flora dos novos mercados cannábicos?

O futuro está no Velho Continente, EUROPA!

Mega corporações cannábicas, como a Aurora Cannabis Inc., já firmou contrato com o governo da Alemanha para fornecer cannabis para um programa de maconha medicinal. Recentemente anunciaram que também estão fechados com o governo italiano para um programa muito semelhante ao modelo alemão.

E segundo Robert Kelly, diretor de investimentos da empresa, “França e Irlanda estão muito próximos da legalização medicinal e estamos trabalhando com os órgãos reguladores locais”.

Polônia e Luxemburgo estão estudando potenciais mercados cannábicos para a entrada de empresas pagadoras de gordos impostos.

Outra gigante do mercado da cannabis, a Sundial Growers Inc., focou energia e investimentos no Reino Unido, onde fez a aquisição do maior produtor de plantas e produtos comestíveis da região.

“O que estamos enxergando no Reino unido hoje é provavelmente onde estava o Canadá a alguns anos atrás”, disse Jim Keough, CFO da Sundial.

“E boa parte da Europa está no mesmo ritmo!”, ressaltou.

Percebam o crescimento que de fato a indústria cannábica proporciona a mercados locais, oferecendo acesso a medicações para quem precisa e em outros casos, simplesmente respeitando o direito de escolha de cada cidadão.

E nós?

Nós continuaremos engajados, falando sobre maconha, normalizando o assunto, promovendo o debate para que um dia possamos olhar para trás e comemorar cada gota legalizada de CBD ajudando quem precisa assim como cada banza acendido legalmente!

BANZai!

Fonte

Shoulder Bag de Cânhamo do Dr. Banz

Dr Banz - México está próximo da legalização

México estava próximo da legalização

Arriba Banzers!

Certamente uma das notícias mais aguardadas em 2019 é sobre o próximo país a legalizar 100% o consumo de cannabis social e medicinal.

Nossos irmãos mexicanos estavam à beira de celebrar a legalização da maconha em seu país!

Recentemente, o Senado Mexicano estava andando com o projeto de lei que de fato oficializaria a legalização, com isso o México seria (apenas) o terceiro país no mundo a dar a bandeira verde ao consumo adulto de cannabis!

Como não poderia deixar de ser, o processo enfrentou algumas barreiras antes mesmo da votação.

Veja a treta considerada legalmente aceitável: o deadline da suprema corte era 23/10, no dia 18/10 um comitê do senado revelou a emenda final que foi submetida mas pelo fato dela ainda estar sendo revisada, foi solicitado uma extensão do prazo para análise. (já viram esse filme em algum lugar? adiamentos, adiamentos, adiamentos…)

Mas pode ser que a Suprema Corte não espere a revisão da emenda e declare a proibição inconstitucional e isso legalizaria o cultivo caseiro, mas não o comércio num mercado legal e regulado.

Um fator interessante na emenda da legalização mexicana é a preocupação em dar preferências emitir licenças e autorizações à comunidades consideradas vulneráveis e limitar investimentos estrangeiros à 20% do investimento total de uma licença.

Continuaremos acompanhando e torcendo pelo bom andamento do processo de legalização no México.

Cada país tem sua história, sua cultura e sua realidade política que influenciam fortemente na maneira de como o processo da legalização será conduzido.

OBSERVAR, APRENDER, ADEQUAR E APLICAR

TMJ?

BANZai!

Fontes: 1 e 2 e 3

Shoulder Bag de Cânhamo do Dr. Banz

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