Efeitos: Sativa, Indica e Híbridas

Efeitos: Sativa, Indica e Híbrida

Depois de conhecer e entender a história das 3 variedades da Cannabis, agora podemos nos aprofundar nos efeitos de cada uma delas (Sativa, Indica e Híbrida).

Nem sempre temos acesso às folhas da planta que vamos consumir para poder identificá-las, porém conseguimos distingui-las pelo efeito que provoca em nosso corpo.

1. Sativa:

Além de promover um efeito eufórico a Cannabis Sativa também estimula a criatividade. Certamente depois do uso você vai se sentir mais inspirado a realizar tarefas e a se manter mais ativo. Estudos apontam que essa variação é uma grande aliada ao tratamento de depressão e ansiedade, além de aumentar o foco e energia.

Sativas populares: Sour Diesel – Manga Rosa – Green Crack – Lemon Haze

2. Indica:

Depois de um dia cansativo, certamente não tem nada melhor que relaxar. A maioria dos usuários aponta que o melhor momento para degustar a Cannabis indica é ao final de um longo dia… Isso porque o efeito é totalmente relaxante. Diminui-se as dores agudas, enxaquecas e desconfortos causados pelo ciclo menstrual. Enquanto o aumento do apetite e da dopamina – que atua diretamente no nosso humor, movimentos voluntários e libido – é claramente perceptível.

Indicas populares: Pineapple Kush – Northern Lights – Blueberry – Super Skunk

3. Híbrida:

Caso você busque um meio termo entre as opções acima, a Cannabis Híbrida atende de fato a necessidade de quem busca um equilíbrio psicoativo. Neste caso temos uma combinação genética dos tipos Indica e Sativa que oferece diferentes sabores.

Híbridas populares: Bubba Kush – Red Diesel – Super Silver – Blueberry Kush

É sempre bom lembrar que cada organismo age de uma forma. Atente-se às reações do seu corpo referente ao consumo da Cannabis para compreender melhor sua necessidade e…

Banzai!

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Dr Banz - História: Sativa, Indica e Ruderalis

História: Sativa, Indica e Ruderalis

Salve banzers de Jah!

Para muitos é apenas uma revisão de um assunto adorado, para outros pode ser conteúdo novo, então vamo que vamo porque o conhecimento não pode parar!

Origem e evolução dos termos

Os termos Sativa, Indica e Ruderalis foram introduzidos no século 18 para descrever as três variedades diferentes de cannabis. Sativa é um adjetivo em latim, que significa “cultivado”. Indica é latim para “da Índia”. Ruderalis também vem do latim e é o plural de uma palavra que significa “pedaço de bronze bruto”.

O termo Cannabis Sativa descrevia plantas de cânhamo encontradas na Europa e Eurásia oriental, onde era cultivada por sua fibra e sementes.

O termo Cannabis Indica descrevia uma variedade da planta com efeitos psicoativos, cultivada na Índia (mas também encontradas no Afeganistão, nas montanhas Hindu Kush, no sudeste da Ásia, América do Sul, Jamaica e México) onde era cultivada também por sua fibra e sementes, além do querido hash.

O termo Cannabis Ruderalis é a selvagem, a ancestral das duas variedades acima, com seu baixo percentual de THC e características de auto-flora.

Hoje esses termos certamente ajudam a organizar as milhares de strains que circulam pelo mercado. Mas a história nos ensina que algumas mudanças nos termos cannábicos aconteceram no decorrer do caminho. Eis abaixo como eles mudaram desde suas primeiras definições botânicas:

Hoje, Sativa se refere a uma variedade de cannabis com plantas altas e com folhas estreitas. São atribuídos à ela os efeitos energizantes. No entanto, antigamente essa planta de folhas estreitinhas era conhecida como Cannabis Indica.

Indica era um termo usado para uma planta robusta, com folhas largas, conhecida por seus efeitos sedativos. Tecnicamente essa variedade de folhas largas, se chama Cannabis Indica Afghanica.

O que nós chamamos de cânhamo, se refere a variedade não psicoativa, para fins industriais cultivadas primordialmente por fibra, sementes e CBD. Seu nome original era Cannabis Sativa.

Confuso né? Isso porque aprendemos a terminologia moderna, mas nunca é tarde para aprender. É sempre bacana conhecer as origens da nossa cultura, do nosso lifestyle! Vamos juntos horizontalizando o conhecimento, trazendo informação sobre as tendências e inovações.

Mas para saber para onde vamos, precisamos saber de onde viemos e história cannábica é sempre massa aprender!

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Banzai !!!

Fonte

Dr Banz - Como comprar cannabis no Uruguai

Como comprar cannabis no Uruguai

A grama do vizinho (no Uruguai) só é verde para os regulamentados!

Já sabemos que em dezembro de 2013 o cultivo, produção e venda da cannabis foi aprovado no Uruguai – tornando o país pioneiro na regulamentação. Desde então o território ficou em foco para quem sempre quis torrar um em solo legalizado, e o que também impulsiona essa viagem é o valor do peso uruguaio… principalmente para os brasileiros.

Mas a grama do vizinho, embora seja verde, não é para qualquer um. As leis não se aplicam aos turistas, ou seja, os viajantes podem consumir, mas não podem comprar. Os uruguaios ou residentes permanentes podem escolher entre estas três opções para o consumo da cannabis:

1. Fazer parte de um Clube Canábico

Nesse caso é pago uma taxa mensal diretamente ao Clube de sua escolha que te garante de fato, a qualidade da planta e a diversidade de strains para consumo. Lembrando que são sempre 40 gramas mensais.

2. Plantar em casa

Pode-se cultivar 6 pés legalmente em casa, porém o cuidado com a qualidade é mais intenso já que o plantio requer cuidados e estudos aprofundados sobre a planta.

3. Comprar em farmácia
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A compra é relativamente tranquila. Mas o que provavelmente impede é a quantidade que chega às farmácias. Além de não ter uma a cada esquina, se você morar em locais mais afastados terá que se organizar e chegar bem cedinho em dia de reposição. Cada grama custa U$ 1,30 dólares.

Depois da escolha ser feita é necessário realizar um cadastro no correio para que você seja inserido no sistema. O que não é permitido é que você faça parte das três opções, somente de uma.

Enfim, e você, banzer… já teve a sensação de fumar livremente na rua?

Banzai!

Cannabis e disfunção erétil

Cannabis e disfunção erétil

Salve Banzers !!!

Um dos mitos mais antigos em relação ao uso da cannabis é entender sua influência em casos de disfunção erétil.

Alguns estudos de menor porte sugerem que o consumo social (também chamado de uso recreativo), pode causar dificuldades em manter uma ereção. Autores de uma meta-análise* de 2018 concluíram que não há evidência suficiente para essa afirmação. *Meta-análise é uma técnica estatística especialmente desenvolvida para integrar o resultado de dois ou mais estudos independentes.

Sabemos que fumar tabaco restringe o fluxo sanguíneo em veias e artérias e isso pode levar a uma disfunção erétil. Sabemos também que a cannabis pode impactar o sistema circulatório. E também gerar um aumento no fluxo sanguíneo e na frequência cardíaca.

Alguns estudos apontam certo grau de dificuldade em atingir o orgasmo em usuários de cannabis em menor proporção que os consumidores de álcool. São muitas as causas que podem levar à disfunção erétil. Algumas são relativamente frequentes no homem da atualidade: pressão alta, diabetes, obesidade e hábitos como o sedentarismo.

Portanto fica cada vez mais difícil atribuir casos de disfunção erétil especificamente ao consumo de cannabis.

Entretanto, vale ressaltar que a cannabis é considerada uma droga. E assim como álcool, cocaína, tylenol e viagra, gera efeitos que variam de pessoa para pessoa. Podemos afirmar que a disfunção erétil é um mal que afeta milhões de homens há milhares de anos. E de fato, nem todos são consumidores de cannabis. Para alguns homens, inclusive, a cannabis ajuda na performance sexual !!!

E certamente não é muito difícil entender o porquê. Uma das causas mais frequentes relatadas por homens que enfrentaram algum tipo de dificuldade na hora H, foi ansiedade e nervosismo. Mas nessa hora, para algumas pessoas a cannabis pode proporcionar leveza, descontração e ajuda a controlar essa ansiedade que em muitas situações atrapalha. A cannabis também é conhecida por proporcionar efeitos como euforia, melhora do humor, aumento de libido (desejo sexual) e excitação.

O lado positivo de tudo é que como qualquer disfunção no organismo, a disfunção erétil é tratável com segurança nos dias de hoje. Alguns homens buscam tratamento sintéticos de drogas como o Viagra e afins, Terapia de Reposição de Testosterona (injeções, comprimidos sublinguais, gel tópico, adesivo transdérmico, etc…) ou partem para uma abordagem mais terapêutica oriental como a acupuntura, com bom percentual de sucesso!

O fato é que como outros mitos que cercam o consumo da cannabis, a disfunção erétil não pode ser atribuída totalmente a ela.

Enfim, papo reto não faz curva, certo? Não existem evidências científicas o suficiente para afirmar que a cannabis cause disfunção erétil. Mas também não podemos afirmar que ela não contribua de alguma forma.

Banzai!

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Fontes:

https://www.askmen.com/sports/health/marijuana-and-erectile-dysfunction.html
https://www.medicalnewstoday.com/articles/317104.php
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/29523476
https://www.healthline.com/health/erectile-dysfunction/is-smoking-weed-good-or-bad-for-ed#pros

Dr Banz Manga x Cannabis

Manga & Cannabis

Da manga rosa eu como a polpa… e utilizo o terpeno!

Além de ser de fato uma fruta deliciosamente saborosa e rica em vitaminas e nutrientes, a manga contém o terpeno* mirceno que agiliza pela metade a viagem do THC até o cérebro, deixando a sua “brisa” mais intensa.

Para que isso aconteça, a fruta deve ser ingerida de forma natural ou em suco pelo menos uma hora antes da cannabis ser consumida. E é aí que entra o conhecimento do seu próprio corpo.

Não há uma receita pronta para que o resultado seja positivo logo na primeira tentativa porque os níveis de mirceno são variados, mas caso seu metabolismo seja acelerado o indicado é que a manga seja consumida em uma quantidade maior (pode comer mesmo!).

Compreendemos como funciona este monoterpeno e todo seu potencial que auxilia no alívio dos sintomas de dor crônica e inflamação, mas ainda temos muito estudo pela frente para saber dosar e utilizá-lo da maneira correta.

O mirceno também é encontrado no capim-limão e no lúpulo. Mas caso você prefira a manga, aí vai uma dica para aproveitar a fruta para fazer sua própria seda!

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Passo a passo para extrair sua seda da manga:

1- Corte a manga em cubos e reserve na geladeira;
2- Deixe o caroço (retire o excesso da polpa) secar num lugar arejado e com sombra;
3- Depois de 2 ou 3 dias (depende da temperatura do seu ambiente) abra cuidadosamente o caroço;
4- Perfure com a faca e vá abrindo aos poucos com as mãos.

A seda natural da manga pode estar ou na parede do caroço ou cobrindo a semente que existe ali dentro.

Lembre-se do tempo necessário para a ingestão do mirceno. E coma a manga antes do processo de rechear a sua seda.

Para grudá-la na hora de enrolar o seu banza, já que ela é totalmente natural e não vem com goma, pode-se utilizar certas extrações com texturas oleosas ou os fechos pequenos que vêm nos cigarros de palha.

E aí? Tem manga na cozinha?

Banzai

*Tá perdido sobre o que é Terpeno? Clica aqui para ir pro post sobre esse assunto

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THCV, o cannabinóide anti-larica

THCV, o cannabinóide anti-larica

  • THCV, o cannabinóide anti-larica

Salve Banzers!

Quem nunca passou por aquela session com a galera e de repente foram pegos pela larica mais monstra das galáxias?

Pois é, no universo cannábico parece que todo dia é algo de aprender coisas novas, então preparem-se que uma nova trend vem ganhando espaço nos Estados Unidos. Muito se fala sobre características e benefícios de cannabinóides famosos como o CBD e o THC, mas estamos apenas na ponta de um iceberg, pois já foram identificados outros 100 tipos diferentes de cannabinóides, cada um com um perfil diferente.

Um desses cannabinóides que começa a despertar a atenção da indústria é o THCV (Tetrahidrocannabivarin), encontrado em strains como Durban Poison e Pineapple Purps. Ele proporciona benefícios no estímulo ao crescimento ósseo, controle dos índices de açúcar no organismo, estímulo da memória e aliás é… inibidor de apetite!

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Essa alegação de controle do apetite vem despertando o interesse de algumas empresas que apostam nesse mercado para a galera banzer fitness! O equilíbrio nas formulações entre cannabinóides como o THC e o THCV dentre outros, é a proposta de alguns produtos que estão mergulhando nessa praia.

Vamos conhecer alguns desses produtos com THCV:
1) STIMULATE

A proposta da Level Blends é oferecer comprimidos sublinguais contendo THC (15mg) THCV (13mg) CBG (15mg). Coloque um comprimido embaixo da língua e espere de 20~30 minutos para o efeito bater. O CBG é um cannabinóide extremamente indicado para o controle da ansiedade por seu efeito relaxante. Adicione mais THC e THCV para um comprimido que relaxa, mas não derruba. Segundo o fabricante, trata-se de uma experiência única, pois proporciona uma leve brisa e muito foco! Um comprimido às 09hs e você fica sem fome até às 14hs!

2) RELIEF VAPE PEN

Uma das strains conhecidas por alta concentração de THCV é a super rara Doug’s Varin, um dos primeiros cultivadores de fato focados no THCV. A Relief é uma caneta vape com dois modelos: a primeira só com THCV e a outra com THCV + CBD. Segundo o fabricante, batem suavemente e produzem uma quantidade satisfatória de vapor. Proporciona efeito relaxante sem sedação e sem corrida para a assaltar geladeira.

3) ZERO VAPE BY SUICIDE GIRLS

Essa é uma caneta vape especialmente diferente, pois foi concebida justamente para uma brisa com inibição de apetite. “A Durban Poison era uma strains que muitas das SUICIDE GIRLS estavam usando. A gente adorava porque mesmo depois de fumar nosso apetite não estava fora de controle e achamos que isso era algo que deveríamos trazer para a comunidade cannábica”, disse Milloux Suicide, numa entrevista à Merry Jane.

4) WHERE’S MY BIKE e DUTCH TREAT

A Heylo Cannabis não tem apenas um, mas dois produtos ricos em THCV. São cartuchos de óleo de cannabis para serem usados em canetas vape específicas. Um desses cartuchos é o Where’ my Bike, que contém THCV e deliciosos 4.4% de CBG. A brisa é extremamente suave e satisfatória, proporciona um boost na criatividade com um estímulo na energia mental que são perfeitos para o dia. Mas o  Dutch Treat é específico para o vape PAX e contém o dobro de THCV do Where’s my Bike… mais 11% de terpenos específicos como o terpinoleno conhecido por proporcionar tranquilidade mental.

Difundir o conhecimento, multiplicar outras realidades, normalizar a informação e quem sabe um dia experimentar essas delícias? Essa é a nova brisa!

Banzai!

Fontes:

https://www.leafly.com/news/strains-products/west-coast-fight-munchies-with-thcv-products
https://www.heylocannabis.com/
https://www.levelblends.com/product-category/Tablingual/
https://www.wweek.com/cannabis/2017/01/11/suicidegirls-makes-some-of-the-best-vape-cartridges-weve-ever-used/

3 dicas de como normalizar a cannabis no dia a dia

3 dicas de como normalizar a cannabis no dia a dia

Saiba como aproveitar aquele momento em que uma discussão pode virar um papo saudável e livre de preconceitos.

Assim você ajuda a normalizar o assunto e contribui para a desmistificação de nossa luta.

1) Aceite e entenda o pensamento do próximo

Paciência é o principal ingrediente…
Ainda mais porque neste momento pode ser que você ouça algumas inverdades e isso machuque seus ouvidos.

Na luta pela normalização uma coisa é clara: se queremos que nos entendam temos que nos fazer entender – principalmente – sem usar argumento partidário ou ofensivo.

Por isso, o primeiro passo consiste em ouvir. Entender o medo, receio e/ou preconceito da pessoa em relação a legalização da planta.

2) Desmistifique a pedra no caminho

Agora que sabemos qual é o impedimento do próximo em enxergar a planta com bons olhos, vamos agir sem colonizar o outro. Não precisamos forçar a mudança de um pensamento, só vamos ajudar a expandi-lo.

Para que isso aconteça, nossa meta é espalhar informações sobre o quão benéfico é o uso da cannabis e assim deixar a sementinha plantada para que sempre venha um outro banzer regar.

3) Apresente um benefício da cannabis pro dia a dia

Abra o leque das vantagens que a planta proporciona, escolha a que mais atende de fato, a necessidade do próximo e explique de forma simplificada.

Dentre todos os discursos que podemos usar a nosso favor o meio medicinal sempre terá um peso maior… ainda mais quando falamos de casos graves de doenças.

O importante mesmo é reinar a sensação de que ali houve uma discussão produtiva e saudável com o tema CANNABIS.

Normalize você também!

Banzai!

Nosso instagram é o @doctorbanz.

Acompanhe nossas discussões por lá também e ajude a normalizar o banza!

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Estudo revela efeito terapêutico do THC

Estudo revela efeito terapêutico do THC

Salve Banzers!

Quando o assunto é cannabis medicinal, é muito comum ouvirmos, lermos ou assistirmos conteúdos que abordam os efeitos terapêuticos do CBD, o cannabidiol. Mas na Universidade do Novo México, pesquisadores descobriram uma correlação inesperada sobre os efeitos do THC. Ele aparenta ter tantos efeitos medicinais quanto o CBD.

A pesquisa analisou o relatório de pacientes do Releaf App. Ele é de fato, o maior banco de dados sobre efeitos da cannabis dos Estados Unidos. A análise cobriu 20.000 sessions de usuários do aplicativo, que apresentavam 27 diagnósticos diferentes. Num espectro bem amplo que ia de depressão à convulsões.

“Apesar da sabedoria popular difundir tanto na imprensa e também na sociedade científica que apenas o CBD possui efeitos terapêuticos e o THC efeitos psicoativos, em nosso estudo o THC gerou resultados mensuráveis no alívio de sintomas e por isso a cannabis contendo THC deveria ser mais acessível para o público geral para o uso medicinal”, disse Jacob Miguel Vigil, co-autor do estudo.

Os resultados do estudo

Numa escala de 0-10, o alívio de sintomas imediato recebeu nota 3.5. Convenhamos que quem está numa dor nível 10, baixar para 6.5 após consumir o THC é um grande alívio! Flores de cannabis foram os produtos mais usados e comumente associados à grandes melhorias nos sintomas. O estudo “A associação entre características de produtos cannábicos e alívio de sintomas”, foi publicado no Journal Scientific Report.

A realidade é que a pesquisa em ambos cannabinóides ainda tem muito o que revelar sobre o potencial terapêutico de cada um. Enquanto a reclassificação da maconha nos Estados Unidos não permitir a condução de estudos científicos, a pesquisa se concentra em outros pólos importantes da medicina cannábica, como Holanda e Israel.

Torcemos e tentamos contribuir da nossa maneira para que o investimento científico na cannabis medicinal continue financiando e gerando resultados importantes na vida de muitas, muitas pessoas.

Banzai!

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Fontes:

https://www.eurekalert.org/pub_releases/2019-02/uonm-tfm022619.php
https://www.ganjapreneur.com/study-reveals-broad-therapeutic-impact-of-thc/
https://releafapp.com/

Dr Banz - O que é Blunt

O que é BLUNT?

  • Dr Banz - O que é Blunt

Quando falamos sobre BLUNT, essa é a primeira pergunta que surge: É UMA SEDA?

Primeiramente, para responder essa questão e seguirmos juntos na mesma linha de raciocínio, podemos voltar um pouquinho no passado. E entender de onde surgiu essa ideia e pra que serve atualmente.Banner Stoned Collection Dr. Banz

As primeiras aparições foram em Nova York – meados dos anos 80 – quando os charutos eram abertos cuidadosamente com a finalidade de retirar o tabaco e rechear com erva. Assim o “charuto” queimava lentamente e disfarçava o cheiro em público – arte tradicionalmente conhecida como CEGO.

De qualquer forma o tabaco persistia. Pois a folha do charuto é confeccionada com a folha de tabaco, onde há porcentagem de nicotina. Com a tecnologia a nosso favor e necessidades diferentes do consumidor, contamos hoje com um leque de opções de BLUNTS com e sem tabaco.

A BLUNT deve ser escolhida de acordo com a sua expectativa. Se você busca gostos e aromas mais acentuados deve-se atentar ao aspecto mais úmido da folha, geralmente as que ganham nesse quesito perdem um pouco quando falamos em queima uniforme. Já as BLUNTS mais secas são mais fáceis de enrolar caso você seja iniciante no assunto.

Sabores e Formas

Os sabores tradicionais de morango, uva, melancia, baunilha e chocolate preto são facilmente encontrados. Já os novos como double cup, chocolate branco e mel são concorridos pela procura e naturalmente com o preço mais salgado. Caso seja somente o estilo que te atraia e não o sabor, vale a pena conhecer as BLUNTS naturais de hemp. Elas confeccionadas com cânhamo e livres de tabaco.

As BLUNTS são vendidas de duas formas: em folhas retas e folhas enroladas. Não se ache o sortudo caso você abra a embalagem da BLUNT que vem enrolada e encontre folhas de “celulose”. Os plásticos que as envolvem estão longe de serem próprios para fumo. Assim como o canudinho transparente que só serve para manter o formato enrolado da folha.

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Afinal, por que fumar na BLUNT e onde encontrar?

Gosto é igual erva, cada um tem o seu e de vez em quando divide… o porquê parte daí! Além de ser algo totalmente glamouroso, principalmente nas cenas Hip Hop, Trap e Rap, também ajuda a disfarçar o cheiro do conteúdo. Caso o FIRE seja em local que não seja LEGA; ou simplesmente por conta de um lifestyle de gosto, aroma e diferentes formas de poder queimar a ganja e preparar o seu banza.

As blunts são comercializadas e facilmente encontradas em tabacarias, bancas de jornal e até mesmo em padarias.

Enfim, qual o seu sabor preferido?

Banzai!

Dr Banz - Chef Weed House

Chef Weed House: Um capixaba no Uruguai

  • Dr Banz - Chef Weed House

Dois países, dois amores e inúmeras combinações de aromas, gostos e texturas.

Foi com esse apetite que nasceu o projeto Chef Weed House criado por Gustavo Colombeck.

Já pensou em comer um brownie feito com manteiga ou óleo de coco canábico? E saber a quantidade de THC ou como realmente foi feito, será que também pensamos nisso? O conhecimento obtido pelo capixaba Colombeck sobre a gastronomia legalizada o levou a explorar os cuidados que se deve ter ao manusear as substâncias da erva com alimentos.

“Cada planta da Cannabis tem uma porcentagem de THC e CBD diferentes. Vejo muito na internet dizendo que pode colocar a quantidade que quiser, mas pra alguém que não está acostumado pode ser a mesma vibe psicodélica de um LSD”, explica o Chef.

E se engana quem imagina que uma alimentação com THC é somente por pura diversão. De fato, dentre várias formas de redução de danos sobre o consumo da Cannabis, temos o modo de ingestão por meio de alimentos. Ele auxilia pacientes a usufruir seus benefícios – principalmente não usuários da ganja. Para utilizar as substâncias psicoativas e o canabidiol em receitas também é necessário um estudo sobre a temperatura adequada.

“Tudo depende do processo de descarboxilação, da planta e do que você quer extrair”, conta Gustavo – que teve dificuldades no início da pesquisa, pois só encontrava informações em demais línguas.

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O menu

Macarons, bruschetta, nhoque e até tempurá feito com a folha da Cannabis estão inclusos no portfólio do Chef Colombeck. Mas o título de prato preferido fica para as criações que se inspiram no próprio momento. Tudo que é novo o cativa, “Ao invés de utilizar terpenos, prefiro infusionar a espécie Grapefruit no leite e assim fazer um sorvete de uva com THC ao invés de só contar com o aroma dos terpenos”, conta Colombeck.

A busca por esses conhecimentos o fizeram passar por livros como “Honesta Voluptate Et Valetudine” escrito pelo italiano Bartolomeo Sacchi. E támbem o “La cocina de la Marijuana”, por Tom Flowers. Mas toda essa ideia começou a ser construída dois anos atrás. Quando um maconheiro formado em gastronomia se lançou em terras uruguaias vendendo alfajor canábico. E hoje o projeto atende a demanda de clientes do Chile, Argentina e Brasil. Realizando os jantares em seu próprio espaço no Uruguai, dias específicos em restaurantes ou no conforto da casa do contratante.

E não para por aí, há surpresas que serão divulgadas para o segundo semestre de 2019, já pensou em aprender um pouco sobre culinária canábica?

Banzai!

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