Arte Cannábica: Pipes & Bongs de Sibelle Yuksek

Sibelle Yuksek: arte cannábica em Pipes & Bongs

A cena cannábica respira arte Sibelle Yuksek!

  • Arte Cannábica: Pipes & Bongs de Sibelle Yuksek

Por onde passamos, em diversas cidades, países, onde quer que seja, constatamos um fato: a maconha une as pessoas!

Esse sentimento coletivo de pertencer a uma cultura e um lifestyle é alimentado pelas diversas formas de arte. Seja pela música, pela culinária, pela good vibration das pessoas e pelo ARTESANATO!

Só para exemplificar, a arte de soprar vidro acompanha o lifestyle cannábico desde sempre. De simples pipes até os mais elaborados bongs! Mas com a chegada da cannabis ao mainstream, alguns jovens artistas surgem com força na cena e mostram peças realmente impressionantes!

Uma delas é a artista baseada em Los Angeles/USA, Sibelle Yuksek (@sibelley), que de fato usa influências de sua obsessão por comics e games japoneses, sua experiência com yoga e condicionamento físico, somados à sua formação em ilustração de moda, para criar delicadas ilustrações naturalísticas de interpretações de corpos femininos, que também funcionam como pipes!

A artista se refere a suas peças como suas “pequenas mulheres” e cada peça certamente possui sua própria personalidade e um senso de movimento dentro do inanimado. Pernas longas, braços esticados, costas arqueadas, transmitem vivacidade à peça. Um de seus trabalhos mais complexos (levou mais de 40 horas para finalizar) é de uma figura feminina armada com uma metralhadora, envelopada das costas até a barriga, que parecem ter saído de uma mangá japonês!

“Eu quero me aproximar do conceito de belas artes: clássico, fresco, novo! Gosto de pensar que além de objetos de arte, eles também têm uma funcionalidade. Quando as pessoas começam a manusear a peça e de repente percebem a total funcionalidade de minhas peças, é um atrativo surpresa!”, disse Sibelle.
“A ideia não é objetificar o corpo feminino e sim elevar a presença das mulheres numa cena tão emergente”.

Sibelle Yuksek estudou artes na Virginia Commonwealth University, onde se apaixonou pela arte de soprar vidro, dali partiu para a fabricação de joias e esculturas. “Tive muita influência boa, muita gente de talento que me incentivou a entrar na cena. Um dos meus mentores, @2_stroke_glass, foi quem me mostrou como usar meu talento em arte cannábica! Na Neptune Glasswork, refinei todos os pequenos detalhes que cercam a arte em vidro”.
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Mas foi apenas quando se instalou na Califórnia que se encontrou no mercado. A artista revela que seu grande dilema é: as peças devem ser funcionais ou artísticas?

“Algumas pessoas compram minhas peças para fumar, outras compram para decorar suas casas e um terceiro grupo que usa seus novos itens de decoração para fumar! E eu adoro todos eles!”.

Enfim, e você, curtiu esse novo estilo de arte cannábica?
Guardaria na estante como peça de arte ou sem dúvida daria aquela ripada nesse pipe super style?

Banzai @sibelley !!!

Fonte

Dr Banz - História: Sativa, Indica e Ruderalis

História: Sativa, Indica e Ruderalis

Salve banzers de Jah!

Para muitos é apenas uma revisão de um assunto adorado, para outros pode ser conteúdo novo, então vamo que vamo porque o conhecimento não pode parar!

Origem e evolução dos termos

Os termos Sativa, Indica e Ruderalis foram introduzidos no século 18 para descrever as três variedades diferentes de cannabis. Sativa é um adjetivo em latim, que significa “cultivado”. Indica é latim para “da Índia”. Ruderalis também vem do latim e é o plural de uma palavra que significa “pedaço de bronze bruto”.

O termo Cannabis Sativa descrevia plantas de cânhamo encontradas na Europa e Eurásia oriental, onde era cultivada por sua fibra e sementes.

O termo Cannabis Indica descrevia uma variedade da planta com efeitos psicoativos, cultivada na Índia (mas também encontradas no Afeganistão, nas montanhas Hindu Kush, no sudeste da Ásia, América do Sul, Jamaica e México) onde era cultivada também por sua fibra e sementes, além do querido hash.

O termo Cannabis Ruderalis é a selvagem, a ancestral das duas variedades acima, com seu baixo percentual de THC e características de auto-flora.

Hoje esses termos certamente ajudam a organizar as milhares de strains que circulam pelo mercado. Mas a história nos ensina que algumas mudanças nos termos cannábicos aconteceram no decorrer do caminho. Eis abaixo como eles mudaram desde suas primeiras definições botânicas:

Hoje, Sativa se refere a uma variedade de cannabis com plantas altas e com folhas estreitas. São atribuídos à ela os efeitos energizantes. No entanto, antigamente essa planta de folhas estreitinhas era conhecida como Cannabis Indica.

Indica era um termo usado para uma planta robusta, com folhas largas, conhecida por seus efeitos sedativos. Tecnicamente essa variedade de folhas largas, se chama Cannabis Indica Afghanica.

O que nós chamamos de cânhamo, se refere a variedade não psicoativa, para fins industriais cultivadas primordialmente por fibra, sementes e CBD. Seu nome original era Cannabis Sativa.

Confuso né? Isso porque aprendemos a terminologia moderna, mas nunca é tarde para aprender. É sempre bacana conhecer as origens da nossa cultura, do nosso lifestyle! Vamos juntos horizontalizando o conhecimento, trazendo informação sobre as tendências e inovações.

Mas para saber para onde vamos, precisamos saber de onde viemos e história cannábica é sempre massa aprender!

Shoulder Bag de Cânhamo do Dr. Banz

Banzai !!!

Fonte

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