Dr Banz - O Ice

O Ice

Salve Ice Banzers !!! Imaginem a seguinte cena: uma quantidade de matéria vegetal congelada (flores e trimas), sacolas de filtragem de diferentes medidas, um baldão ou máquina de bater (que parece uma mini lava roupas) e gelo à vontade. Está montado o cenário para um dos mais bonitos processos de extração de c4nnabis existentes. O BUBBLE HASH, também conhecido como WATER HASH e famoso como ICE-O-LATOR… o nosso querido ICE! O ICE leva esse nome pela importância de mantermos baixas temperaturas durante todo o processo de extração. As flores e trimas congeladas, a água gelada utilizada e a grande quantidade de gelo envolvida no processo. Dá um trabalhão… mas é praticamente a melhor terapia já experimentada em nossa jornada!

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O processo

A ideia de tudo estar sempre muito gelado é a seguinte, congelar a cabeça dos tricomas, (aquelas estruturas que parecem cristais resinados e concentram cannabinóides e terpenos maravilhosos como THC, CBN, CBD e muitos outros). Isso para que ao serem agitados entre gelo e água gelada, num balde ou máquina de lavar especial, se quebrem e ao serem lavados, passem pelas sacolas de filtragem. E assim, deixam matéria vegetal para fora e filtram apenas as cabeças de tricomas. Durante o processo, essas sacolas de filtragem possuem diferentes tamanhos (as cabeças dos tricomas possuem diferentes formatos e não queremos perder nenhuma delas!), no processo podem ser utilizadas de 4 a 7 sacolas. Depende da preferência e habilidade do(a) hashmaker. A beleza do ICE é extrair o que a planta carrega de melhor. De mais potente, numa única extração, que não exige nenhum tipo de solvente químico, apenas água, gelo, filtros e muita agitação! O processo em si é lindo, une pessoas, transmite experiência, conhecimento e fortalece o espírito da cultura cannábica em sua essência. Torcemos e lutamos pelo dia em que um encontro entre amigos para “meter a mão no gelo” possa ser feito com segurança. E certamente com alegria. E claro,  com a única preocupação de de fato extrair um hash de ótima qualidade! BANZ-ice !!!

Dr Banz - 4 dicas rápidas para o mundo das extrações

4 dicas rápidas para o mundo das extrações

Salve Extractions Banzers! Os últimos posts sobre extrações movimentaram vocês, hein? Muita gente pedindo dicas e somando com opiniões e depoimentos. Muito legal saber que tem cada vez mais interessados nesse admirável mundo doido das extrações! Então de uma maneira rápida, seguem 4 dicas para nos situarmos ainda mais nesses concentrados maravilhosos do povo de Jah!

01) Muitíssimos nomes no mundo das extrações:

As extrações (ou concentrados) podem ter diversos nomes, que variam de acordo com a forma ou textura como são apresentados: shatters, crumbles, hash, dab, wax. Para algumas pessoas, a consistência ou a forma de consumo da extração importa muito (daí tantos nomes). Para outras o que realmente importa é qual solvente foi utilizado para obter aquele concentrado final. O que importa mesmo é sempre estar alerta para a potência e saber se você terá a melhor experiência possível.

02) Concentrados são mais fortes. Acredite. Mas…forte quanto?

Num mundo diferente do nosso onde a legalização da c4nnabis aconteceu e gerou empregos, impostos e uma indústria regulada, os controles de produção podem medir exatamente a potência de cada produto. Aferiu-se que uma flor potente é capaz de atingir de 10~25% de concentração de THC. Já um concentrado pode beirar na casa dos 50~80% de índices de THC, então vai com calma…

03) Concentrados e suas muitas formas de consumo:

Flores podem ser vaporizadas, fumadas, boladas, etc. As extrações podem ser consumidas num DAB (aquecendo bongs ou coletores especiais), na ingestão de comestíveis, tinturas (ingeridas sublingualmente), hashs e óleos. Um verdadeiro mundo novo, pois inúmeras novas portas se abrem!

04) Extrações são mais “limpas”

O processo da extração (seja ela com ou sem a utilização de solventes) isolam através de um processo físico e químico, os componentes que você deseja, como THC e CBD, da matéria vegetal da planta. Já parou pensar que quando você fuma uma flor, também está consumindo resíduos de fertilizantes ou pesticidas? É pouco, mas na soma dos anos de consumo… Aos pouquinhos vamos aprendendo cada vez mais e sabendo não apenas do processo em si, mas também descobrindo e conhecendo mais sobre nossos próprios gostos, afinidades e aprender a respeitar a brisa. Fica a lição que aprendemos na estrada abençoada do rolê banzer: “Extração, independente de qual for, é como o mar. Tem que ter respeito quando entra”. BANZ-ai!

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Fonte

Dr Banz - O Rosin

O Rosin

Salve Extraction Banzers!

É incrivelmente interessante aprender sobre formas de consumo de m4conha que sequer imaginávamos existir. Se tudo começou com um pouco de ganja (sei lá de qual procedência ou qualidade) enrolada num pedaço de papel de seda, hoje o cardápio é muito mais amplo e variado

A sessão com o tradicional banza sempre será a raiz do nosso lifestyle, mas curtimos conhecer e aprender sobre diferentes formas de extração de m4conha.

Hoje queremos falar sobre o ROSIN, que conquista cada vez mais apreciadores por ser uma extração menos complexa e que não utiliza solventes.

Talvez você já tenha experimentado ou lido algo a respeito, mas como aquilo foi produzido talvez possa ser mais simples do que você imagina! O ROSIN é o resultado da aplicação de CALOR + PRESSÃO numa quantidade de m4conha.

Para tentar ilustrar o processo de produção do ROSIN, imagine esse passo a passo:

1) Num saco feito de um tecido técnico especial, coloca-se uma quantidade de flores de m4conha;

2) Esse pacotinho é fechado e envolvido em papel vegetal (para que não haja desperdício e nada fique grudado);

3) Utiliza-se uma prensa térmica com duas placas de metal que prensam nosso pacotinho (tipo uma chapinha de cabelo) ;

4) Essa combinação de calor + pressão extrai um óleo de altíssima potência, que contém um concentrado de terpenos e canabinóides (como o THC e CBD), que proporcionam aroma e sabor à extração.

A m4conha utilizada no processo de produção do ROSIN pode ser feita a partir de flores, hashish e kief. Falaremos deles nos próximos posts, não perca!

Para cada uma das formas de m4conha utilizada, um produto final diferente:

  • Rosin feito a partir de flores de cann4bis produz o FLOWER ROSIN;
  • Rosin feito a partir de hashish ou kief é praticamente uma “extração de outra extração” já feita anteriormente e produz o HASH ROSIN;
  • Existe ainda uma outra técnica que utiliza flores recém-colhidas de plantas ainda vivas (com tricomas e terpenos frescos) e congeladas por ao menos 24h, o resultado é o LIVE ROSIN.

E esse, meus amigos e amigas, é um mundo totalmente diferente de tudo o que você já viu quando falamos de m4conha. Portanto, caso tenha oportunidade, use com responsabilidade, moderação e principalmente mente aberta para conhecer as diferenças e saborear o momento!

Nesse delicioso assunto, somos meros alunos de diversos mestres das extrações, mas podemos orgulhosamente dizer que aprendemos constantemente com manas & manos empreendedores incríveis como @girlsingreen710 , @overgrow.shop , @thedankduchess , @resin_ranch_extraction , dentre muitos outros perfis incríveis que compartilham o bem mais valioso de nosso tempo nesse plano, CONHECIMENTO.

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BANZ-ai!!!

Fontes: 01 e 02

Dr Banz - Kevin Durant WeedMaps

Astro da NBA Kevin Durant faz parceria com o WeedMaps para falar sobre m4conha

Salve Banzers!

Quanto mais o assunto C4NN4BIS estiver em pauta, quanto mais falarmos e ouvirmos sobre prós & contras, quanto mais conhecermos sobre o papel da m4conha na vida das pessoas na sociedade atual, certamente mais portas se abrem para a normalização de algo que já deveria ser normal há muito tempo!

Mas quando celebridades/personalidades entram na roda, sempre atraem a atenção e torcemos sempre que cheguem para somar!

Dessa vez a estrela do basquete, bicampeão da NBA e bicampeão olímpico, Kevin Durant, se disponibilizou para uma série com conteúdo em podcast e vídeo. E onde a proposta é desestigmatizar, quebrar rótulos e pré-conceitos sobre a m4conha.

Organizado pela gigante do setor de conteúdo WeedMaps e o canal de mídia e notícias theBoardroom, é uma das primeiras iniciativas de um jogador em atividade levantar a bandeira do ativismo c4nnabico. Kevin Durant é um dos primeiros a falar a favor da cannabis vivendo o auge de sua carreira e isso é uma grande mudança na visão e postura de atletas profissionais.

 

Kevin não declarou seu uso pessoal no podcast, mas falou com propriedade sobre o preconceito com os usuários/atletas dentro da liga. Como ex-atletas que saem da sauna quando se aposentam, admitem o uso e falam como a maconha os ajudava.

“Essa parceria vai nos ajudar a normalizar essas conversas, assim como criar mais conteúdo, eventos e muito através do Boardroom Network. Isso é apenas o começo para nós”, disse Kevin Durant que é um dos donos da empresa theBoardroom.

Além de dar asas a seu empreendimento, Kevin também briga para mudar as regras da liga, declarou: “Eu não quero passar uma mensagem errada, mas m4conha é uma feliz substituta para outras drogas mais pesadas. É algo que o médico de qualquer time pode prescrever para qualquer jogador”.

E nós?

Teríamos um(a) atleta consciente e inteligente que pudesse levantar a bandeira da normalização cannábica e falar com propriedade sobre uso pessoal, seja ele social ou medicinal, para ajudar a quebrar os estereótipos do usuário de maconha?

Manda aí, para você, quem seria esse iluminado(a)?

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BANZai!

Fontes: 0102

Dr Banz - Aids HIV Cannabis

Estudo científico: Pacientes HIV que consomem m4conha diariamente apresentam menos neuro inflamação

Salve Banzers!

Sempre importante conhecer avanços do uso medicinal da cann4bis. E certamente como ela vem ajudando muitas pessoas em seguir adiante com o tratamento de suas doenças com maior qualidade de vida e dignidade.

De acordo com a publicação de um estudo científico da Universidade da California, no “Diário da Sociedade Internacional de Neuropsicologia (Journal of the International Neuropsychological Society)“, pacientes HIV que consomem maconha diariamente apresentam menores índices de inflamação crônica que pacientes HIV não consumidores da erva.

O número de pacientes HIV que usam maconha com inflamação crônica foi comparável ao número de pacientes HIV negativo sem histórico de uso de cannabis.

O estudo teve a participação de 263 pessoas. Dentre elas HIV positivo (consumidores e não consumidores de maconha) e HIV negativo (consumidores e não consumidores de maconha).

Um outro estudo da mesma universidade, publicado em 2020 em outra respeitada publicação (Neurology, Neuroimmunology anda Neuroinflammation Journal), comprovou que pacientes positivos com uso recente de cann4bis, apresentaram menores índices de marcadores inflamatórios em fluídos do cérebro, da coluna (líquido cefalorraquidiano) e no sangue.

Gradativamente vemos mais pesquisas e bons resultados de fato em diversos diagnósticos, avanços que proporcionam alívio de alguns sintomas e amenização de efeitos adversos que permitem pacientes permanecerem em seus tratamentos por mais tempo e com maior conforto e dignidade.

BANZ-ai!

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Fontes: 010203

Dr Banz - Ganja x Bolor

Ganja x Bolor

Salve Banzers !!!

E quando você está com a luzinha da reserva acesa, nas finalera, modo economia ON e acha aquela cotinha salvadora da pátria, mas quando abre o pacotinho…PÁ !!!

Embolorada.

E agora, manos e manas?

Quem nunca passou por isso, pode crer que um dia vai passar, mas e aí, o que precisamos saber?

O bolor nada mais é do que uma infestação por fungos filamentosos (que não formam cogumelos), um problema comum porque surge em ambientes úmidos e escuros pela propagação de esporos que podem chegar por infinitos caminhos.

Infelizmente, bolor não é uma coisa boa para se inalar, não importa o quão na seca você esteja. Beleza, galera?

Inalar matéria embolorada pode representar sérios riscos aos pulmões, aumentando as chances de tosse, correndo risco de desenvolver uma infecção pulmonar.

Se você é alérgico a bolor e mofo, o resultado de um banza embolorado é congestão nasal, espirros e inflamação pulmonar.

Às vezes, identificar bolor na ganja não é tão simples como em alimentos, por exemplo.

Normalmente aparece em tons de cinza ou uma cobertura esbranquiçada, que alguns podem confundir com tricomas, mas olhando de perto pode-se perceber quase uma penugem, meio aveludado às vezes.

Para tirar a dúvida, melhor dar uma cheirada, porque o bolor tem um cheiro desagradável característico, totalmente distinto do perfume da m4conha.

Se esse for o diagnóstico, na boa?
Dispensa para evitar problemas de saúde.

Falamos tanto de redução de danos, da importância em resfriar a fumaça, de partir para outros métodos de consumo como a vaporização por exemplo… seria contraditório demais fazer tudo isso e depois mandar uma mofonha.

Saúde sempre! : )

Agora, no intuito de somar, conta para gente, qual a melhor forma de armazenar sua ganja para não ter problemas como esse?

BANZ-ai!

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Dr Banz - Superette

Superette é uma viagem!

Salve Banzers!

Negócios e oportunidades florescem nos países onde a legalização já aconteceu.
Além do aquecimento da economia e da geração de empregos, esse cenário (maravilhoso) ainda dá asas a imaginação de empreendedores. Que certamente querem prosperar dentro do segmento cann4bico.

Um ótimo exemplo disso é a rede canadense de dispensários Superette, que recentemente inaugurou sua terceira loja e definitivamente não há nada igual no mercado.

O dispensário é uma loja onde a venda de m4conha é feita legalmente. Possui todas as licenças (órgãos governamentais e polícia local) e registro do que é vendido de maneira oficial, sem riscos e quebrando todo estigma do tráfico que sempre acompanhou a m4conha.

*PS: Não confunda dispensários de país legalizado com headshops/tabacarias brasileiras!

  • Dr Banz - Superette

Images credit: Alex Lysakowski

A nova loja da rede Superette é simplesmente incrível!

Absolutamente cheia de cores, quase lembra a fantástica fábrica de chocolates (só que da m4conha!). Praticamente um sonho cannábico!

Além do maravilhoso arsenal de flores que semanalmente variam no cardápio, também oferece refeições diferenciadas num ambiente retrô super charmoso e entretenimento para os frequentadores se divertirem enquanto fazem suas compras.

A imaginação e criatividade tomaram conta dos fundadores Mimi Lam e Drummond Munro. Imagine-se escolhendo uma florzinha para sua próxima session e quando olha para o lado do balcão, uma máquina de fliperama com aquelas garras para pegar um prêmio surpresa que variam de artesanato local à produtos raridade e vouchers para surpresas no balcão!

Os clientes entram na loja que logo na entrada tem uma atmosfera toda retrô, num mix de lanchonete com loja de doces e fazem a verificação da idade (+18 anos) numa cabine de foto vintage super descolada!

De maneira super elegante, o interior da loja possui azulejos quadrados vermelhos para realmente prender a atenção dos clientes. Que encontram na seção de flores uma vasta variedade numa mini estufa que simula uma floricultura dos anos 50.

Atravessando uma porta falsa que imita uma máquina de refrigerantes, você pode acessar uma outra área da loja. Com ainda mais produtos de dar água na boca (mesmo que esteja seca!).

A verdade é que com o cenário favorável, as condições legais adequadas, cenário político consciente e principalmente agindo dentro da lei o mercado cann4bico tende a crescer numa velocidade que vai ser difícil de acompanhar!

BANZ-ai Superette!

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Dr Banz - Parlamento do Marrocos vota a legalização do cultivo de maconha

Marrocos! Parlamento vota a legalização do cultivo de m4conha

Salve Banzers!

Quando se trata de haxixe, um país no norte da África se destaca de todos os demais, o MARROCOS!

É o maior exportador de hash para o mundo com grande parte de sua produção destinada ao mercado europeu.

O cultivo da c4nnabis e seu manuseio para extração do haxixe são proibidos no Marrocos, mas isso não impediu os jardineiros a criar um dos segmentos que mais emprega pessoas, movimenta a economia e faz parte da cultura local.

Assim como em qualquer país pobre, a diferença entre classes sociais é enorme, no Marrocos, a região que concentra os cultivadores de c4nnabis, as Rif Mountains, é uma das mais pobres do país.

Dr Banz - Parlamento do Marrocos vota a legalização do cultivo de maconha

Localizada ao norte, as Rif Mountains se estendem praticamente da região do Cabo Espartel até a fronteira com a Argélia. Uma região historicamente isolada e desfavorecida, possui aproximadamente 2.5 milhões de habitantes.

Com a proposta de legalização sendo aprovada, proporcionará uma oportunidade aos cultivadores locais de melhores rendimentos.

De acordo com estudo realizado pelo Ministério do Interior, a produção legalizada de c4nnabis pode render algo próximo a US$12.316/ hectare no Marrocos.

Além disso, há de se considerar o ganho na qualidade de vida das pessoas, o aquecimento no mercado de trabalho e na economia, maior dignidade às pessoas que saem da sombra da ilegalidade para trabalhar (e pagar impostos ao governo) sem medo ou vergonha da maneira que produzem aquele marroquino de responsa!

BANZ-ai Marrocos!

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Fontes: 01 e 02 e 03

Dr Banz - Allied Corp Produção de 980g por planta

Produção de 980g por planta?

Salve Banzers dos Jardins de Jah!

E quem nunca sonhou com o autossustento can4bico?

Mais ainda, quem nunca sonhou em poder cultivar sua própria ganja dentro da lei, sem medo de retaliações e certamente aprendendo constantemente para melhores produções?

Em países onde a legalização do cultivo para fins medicinais já aconteceu, permite que novas tecnologias se desenvolvam de fato para melhoria e aumento de produtividade constantes.

Uma empresa canadense, a Allied Corp, anunciou uma colheita que em média produziu 980g por planta!

Isso é mais do que o dobro registrado pela companhia em sua primeira colheita, 424g de cada planta.

A Allied Corp tem seus campos de cultivo na Colômbia (onde a legalização com escala industrial também já aconteceu) onde mantém uma rotina de colheita semanal.

Atualmente são 9.000 (isso mesmo, nove mil) plantas em ciclo de floração!

A empresa possui autorização do Ministério da Agricultura da Colômbia para cultivar até 20 strains diferentes. Atualmente está conduzindo estudos clínicos Fase I, de um composto próprio com Psilocibina + CBD, batizados de ALID-10 e ALID-11.

Com ciclos “perfeitos” de 12h de luz solar, a Colômbia oferece um dos terrenos mais favoráveis do mundo para cultivo outdoor de m4conha, garantindo de maneira consistente alto volume, qualidade excelente e produtividade eficiente.

Mas além da incrível produção de 980g por planta, a Allied disse que também conseguiu aumentar de maneira estável, o percentual de can4binóides das plantas.

As strains com efeito psicoativo, repetidamente excederam 29% de THC, enquanto as com foco no CBD registraram 25% de concentração!

O bonde do empreendimento c4nnábico chegou a alguns países que além de proporcionar acesso à saúde da população, efetivamente abriram suas portas para novos negócios, empregos, aquecimento ds economia, tributação ao governo e muitos outros atrativos financeiros que fariam qualquer governo RACIONAL a ao menos discutir as propostas de uma nova política de drogas.

Infelizmente ainda não é o caso do BR4SIL.

BANZ-ai!

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Dr Banz - Narcos Mexico

A série Narcos: México retrata as origens do narcotráfico mexicano

Arriba, Banzers!

Quem ja assistiu na Netflix? Depois do sucesso das 3 temporadas de Narcos sobre os cartéis colombianos de cocaína, a história foi para o México, mostrando a ascensão do Cartel de Guadalajara nos anos 80, quando Miguel Angel Félix Gallardo (Diego Luna) assume o comando e une os traficantes numa estrutura organizada, construindo de fato um verdadeiro império, e consequentemente um violento negócio que transformou o país até os dias de hoje.

Mas por que estamos falando disso?

Porque tudo começou com a m4conha!

Na primeira temporada conhecemos as plantações de Rafael Caro Quintero, que cuidava do plantio e colheita da strain “sensimilla” e que junto com Miguel Angel Félix Gallardo e Ernesto “Don Neto” Carrillo, foram responsáveis pela primeira organização de produção e tráfico em larga escala de m4conha do México para os Estados Unidos.

Rafa Quintero idealizou uma maneira de industrializar o cultivo de m4conha no deserto! Mais de 10 mil empregados trabalhavam na plantação em Chihuahua, no norte do México, num rancho chamado “El Búfalo”.

Uma vez criado esse “sindicato” da m4conha de Guadalajara, a ambição de Félix Gallardo fez com que expandissem seus negócios com a cocaína, fazendo acordos com Pablo Escobar (Cartel de Medellín) e Pacho Herrera (Cartel de Cali) para transportar o pozinho branco da Colômbia para os EUA através do México.

Mas isso começou a chamar a atenção da DEA (Agência Antidrogas dos EUA).

A Procuradoria da Justiça Federal do México, em colaboração com a DEA, lançaram uma operação que levou ao desmantelamento da produção de El Búfalo. Certamente, um dos maiores golpes sofridos pelo Cartel de Guadalajara, que abrigava mais de 13 mil toneladas de maconha, o que teria provocado um prejuízo de US$ 8 milhões ao cartel.

Em resposta, Quintero sequestrou e assassinou Kiki Camarena (agente da DEA), um dos responsáveis pela operação de inteligência que derrubou o rancho. Mas esse foi o grande erro de Quintero, que culminou na sua prisão e de Don Neto.

Félix Gallardo, com “proteção” política, continuou seu império, mas depois foi traído pelos chefes dos outros cartéis mexicanos e pegou 37 anos de prisão, onde está até hoje.

Já que não se trata de um documentário, alguns acontecimentos não são retratados exatamente como ocorreram na vida real. No entanto, vários momentos abordados na série são peças-chave para entender o mundo do narcotráfico e a situação do México hoje.

De 1988 a 2018, cerca de 475 mil pessoas morreram assassinadas no país, a grande maioria relacionadas às atividades do narcotráfico.

Ou seja, uma série interessante, que além de mostrar a operação e violência dos cartéis, mostra também a influência da POLÍTICA e do PODER no tráfico de drogas.

Quer maratonar?

(2015) Narcos – Temporada 01 
(2016) Narcos – Temporada 02 
(2017) Narcos – Temporada 03 
(2018) Narcos: México – Temporada 01 
(2020) Narcos: México – Temporada 02
(2021 – A confirmar) Narcos: México – Temporada 03 

BANZ-ai !!!

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