Dr Banz - BMW Hemp

BMW Hemp

Salve Banzers!

A montadora alemã BMW continua de fato, perseguindo reduções de emissão de carbono, tanto na produção como no uso de seus carros.

A boa notícia é que o cânhamo certamente pode ter um papel importante nessa busca!

A BMW já utiliza o cânhamo há alguns anos na linha de costura dos painéis da porta de seu modelo elétrico i3.

Ao que parece, materiais como o cânhamo e outros vegetais serão avaliados com maior atenção pela companhia, que assumiu um grande desafio na luta contra as mudanças climáticas e reduzirão drasticamente a emissão de CO2 por veículo produzido.

  • Dr Banz - BMW Hemp

Uma das principais estratégias é aumentar o uso de materiais vegetais sobre os de origem petroquímica na fabricação de veículos.

O grupo BMW vem gradativamente aumentando a utilização de materiais vegetais como cânhamo, sisal e linho, graças a resistência dessas estruturas, utiliza-se menos material sem comprometer resistência e segurança.

Também adotaram a utilização de bioplástico enriquecido com fibras naturais como o cânhamo. Dentre as metas da empresa está a utilização média de 40% de materiais recicláveis na confecção dos carros até 2030.

Mas ainda é pouco estar presente na linha de costura da tapeçaria da porta dos carros? Pode ser nesse momento, mas precisamos valorizar iniciativas que colocam em pauta a utilização e benefícios da c4nnabis em suas diversas formas de aplicação.

Leia mais em nosso post Futuro Sustentável e o Cânhamo. Algumas vantagens verdes!

BANZ-ai BMW!

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Fontes:
1 e 2

Dr Banz - CBD Skin Care

CBD Skin Care

Salve Skin Banzers!

A PELE é de fato o maior órgão do corpo humano e também um dos mais maltratados ao longo dos anos. Falta de hidratação, exposição inadequada/exagerada ao Sol e manchas causadas pela “morte” de algumas células são alguns dos problemas mais comuns.

Se fosse apenas um problema estético, certamente as medidas corretivas seriam menos complexas. Mas a questão é que nunca houve tamanho crescimento na incidência de diversos tipos de câncer de pele na população mundial.

Por causa do boom gerado pela atenção e cuidados com a pele, surgem inúmeros produtos cannábicos de skin care. Para redução/amenização de sinais de idade ou simplesmente para você melhorar sua auto-estima.

ENTÃO QUER DIZER QUE MACONHA COMBATE CÂNCER DE PELE? NÃO.

Quer dizer que o CBD (canabidiol, sem efeitos psicoativos) como ativo em formulações de produtos skin-care (ingeridos ou aplicação sobre a pele), promove benefícios naturais contra acne, rugas, linhas finas e imperfeições da pele, que antes não eram explorados pela falta de comprovação científica pelos anos de negacionismo, preconceito e de certa forma, pela proteção à poderosa indústria farmacêutica de dermocosméticos.

Num passado nada distante, produtos com CBD que eram encontrados em sites específicos, atualmente ultrapassaram a hipocrisia e o preconceito e estão à disposição de grandes supermercados em países que já vivem os dias da legalização há mais tempo.

Saiba que o CBD interage com nosso sistema endocannabinóide e se liga ou interage com uma série de receptores com as mais variadas funções que impactam nos cuidados da pele. Pesquisa revela que os efeitos mais notáveis do CBD são: ação antioxidante nos radicais livres (que aceleram o envelhecimento da pele), por ter características anti-inflamatórias de maneira geral e por ter propriedades antimicrobianas e antioxidantes que ajudam muito em casos comuns de irritação da pele.

Dr Banz - CBD Skin Care

Skin Care – Rugas e Linhas Finas

Sinais de envelhecimento como, linhas finas, rugas e manchas escuras, normalmente são causados pelos radicais livres acumulados em nosso organismo, que podem vir da exposição ao Sol, outros fatores ambientais e do hábito de fumar.

Atualmente, cada vez mais estudos mostram que o CBD pode reduzir esses radicais livres e o stress oxidativo causado pelo próprio envelhecimento.

  • O efeito anti-inflamatório do CBD, diminui o inchaço que normalmente produz rugas e linhas finas;
  • O CBD naturalmente promove uma melhora na circulação sanguínea, isso melhora a saúde das células, reduzindo a alterações na coloração da pele, como manchas mais escuras;
  • Nossas glândulas da pele mantém a pele hidratada, com o envelhecimento natural, essas glândulas “secam” naturalmente causando mais sinais da idade a pele. O sistema endocannabinóide auxilia na produção de óleo e a interação com o CBD promove essa produção para melhorar a hidratação.

Acne e Imperfeições da pele

Em qualquer idade, a acne pode causar um estrago na pele, especialmente das meninas. Infelizmente, condições como psoríase, rosácea, eczema, vermelhidão e erupções na pele possuem poucas opções de tratamento e muitas delas giram em torno de alimentação, condições climáticas, hereditariedade, condições hormonais e outros fatores. É muito trabalhoso cuidar dessas condições diariamente, exige muito.

Mas estudiosos alegam que os efeitos reparadores naturais do CBD podem ajudar muito!

  • Um estudo em 2017 comprovou que o CBD pode inibir a proliferação de queratinócitos, causa primária da psoríase;
  • Por ter efeito antimicrobiano, o CBD proporciona um efeito calmante na pele “anti-coceira” para casos de eczema e psoríase;
  • Outro estudo (2014), demonstrou que o CBD evita que a pele produza sebo (hidratação natural da pele) em excesso, evitando entupimento dos poros causando acne.

Talvez essas informações ajudem na próxima compra do seu “kit skin care”, mas que tal compartilhar esse conteúdo com quem você sabe que passa por dificuldades para cuidar da pele? Levar informação a quem precisa, pode ajudar não apenas na saúde da pele, mas também na saúde psicológica de quem quer se sentir bem.

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Bora nessa? BANZ-ai!

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Dr Banz - Maior Dr Banz - Ondara. Maior estufa de rosas da Europa muda produção para Cannabis de rosas da Europa muda produção para Cannabis

Maior estufa de rosas da Europa muda produção para Cann4bis

Salve Banzers!

Recentemente, a cidade de Garray, na província de Soria, na Espanha, viu a maior estufa de cultivo de rosas da Europa, que era instalada no município, encerrar suas atividades.

Infelizmente, a antiga empresa proprietária, Aleia Roses, faliu e com isso mais de 270 pessoas perderam seus empregos. Para uma cidadezinha de 730 habitantes, um duro golpe que seria certamente o fim do povoado.

Seria, se não fosse a c4nn4bis.

Mas a empresa Ondara adquiriu as operações e instalações da Aleia Roses e desde de Fevereiro/21 vinha trabalhando com as rosas e outros cultivos compatíveis.
Mas em Agosto/21, recebeu da AEMPS (Agencia Española de Medicamentos y Productos Sanitarios) licença para o cultivo de 3 hectares (1 hectare = 10.000m2) de c4nn4bis para fins medicinais ou científicos!

Dr Banz - Maior estufa de rosas da Europa muda produção para Cannabis

 

Sara Lamata, porta voz da Full Moon, que é o fundo americano que investe na Ondara, disse que “o negócio tem potencial para atender clientes farmacistas na Inglaterra e Alemanha e se formos bem, o plano é expandir, temos mais 11 hectares para crescer. Utilizar todo nosso potencial, significaria dobrar a produção atual de toda Europa”.

Importante ressaltar que outras 9 licenças para cultivo medicinal e científico foram emitidas para outras empresas e quem comemora é o senhor Maria Jose Jimenez las Heras, prefeito do município de Garray, “Estamos recebendo muitas pessoas de outros municípios pelas vagas de emprego aqui em Garray, para as pessoas não importa o produto e sim o trabalho. O compromisso de todos é sermos referência no mercado de c4nnabis como fomos no mercado de rosas”.

Vocês já pararam para pensar quantas cidades ganhariam novas perspectivas, ou quantos empregos seriam criados, ou quantas famílias poderiam continuar tirando seu sustento de um trabalho digno se a visão em relação à maconha fosse diferente em nosso país?

Arriba Garray!!!

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Dr Banz - O BHO

O BHO

Salve Extraction Banzers!

Dentre as muitas formas de extrações, o BHO (BUTANE HASH OIL) é uma das favoritas entre a galera que ama os concentrados.

Principalmente pela potência e pureza dessa extração, o BHO tem diversas apresentações, você já deve ter ouvido falar de crumble, wax ou shatter

Cada uma delas com suas características mais marcantes de sabor, potência e forma de consumo, variam dependendo da umidade, do calor e da purga (processo de eliminação do solvente envolvido) utilizada na produção.

É importantíssimo lembrar que na produção utiliza-se o gás butano como solvente e por ser extremamente inflamável, recomenda-se EXTREMA PRECAUÇÃO se você não tiver conhecimentos em química ou alquimia. Por isso, CUIDADO sempre.

Quer conhecer um pouco mais das diversas formas de BHO?

Shatter

É a forma mais dura do BHO, parece um vidro semitransparente, normalmente detém 80% de THC (!!!), sempre na forma sólida, você precisará de um bong com nail para melhor degustar essa maravilha;

Crumble

É obtido com a purga do óleo em baixas temperaturas, normalmente a conta feita na produção é de 1 hora de processo para obtenção de 1g de BHO. Durante a fabricação o óleo se solidifica, mas como ele “esfarela” facilmente, melhor não o manusear com as mãos e sim com pinças ou espátulas especiais;

Budder

É a forma mais pura do BHO, normalmente fica com 90% de THC e pureza chega a atingir 99%, tem esse nome pois sua consistência se assemelha bastante à manteiga (butter);

Wax

É parecido com o Budder, não chega a esfarelar, mas não dá para ficar segurando nas mãos por muito tempo. É um dos tipos mais comuns de BHO, pois é simples de usar (mesmo precisando de acessórios) que o Sap ou o Shatter;

SAP

Em inglês quer dizer “seiva” e é exatamente assim que essa extração se parece, pegajosa e melequenta. Por isso, cuidado ao manusear, se derrubar um pouco e grudar em algum lugar, vai grudar para sempre;

Óleo

é o que vemos normalmente já envasados nos tanques de vape pen. Práticas e rápidas, requerem apenas um vaporizador.

  • Dr Banz - O BHO

Em países onde a legalização já ocorreu, o segmento das extrações cresce de maneira exponencial. Com regulamentação na produção, conta com instalações seguras, equipamentos apropriados e processos estabelecidos. Em países proibicionistas, como o Brasil, produzir BHO domesticamente já causou diversos acidentes envolvendo explosões pelo manuseio de gás butano, infelizmente algumas delas fatais.

Por isso, saiba que informação sempre será a melhor ferramenta para te levar a lugares, fazer coisas e aprender tarefas de maneira segura e com o máximo cuidado possível.

Mas a verdade é que se houvesse a conscientização sobre a legalização do consumo, plantio e produção de derivados da cannabis, teríamos uma “nova” indústria que poderia contribuir com impostos ao governo, geração de empregos, movimentação da economia, além de, acesso legal, redução de danos e produtos de qualidade comprovada e melhorada para os que simplesmente e livremente incorporaram a maconha em suas vidas, seja para o consumo de uso medicinal ou social.

Afinal, somos ou não livres?

BANZ-HO!

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Dr Banz - O RSO

O RSO

Salve Oil Banzers!

Talvez você ainda não tenha ouvido falar sobre o RSO, mas trata-se de um método de extração de cannabis que produz um óleo viscoso. Às vezes bem escuro, com alta concentração de THC e outros canabinóides. E que segundo seu criador, o canadense Rick Simpson, tem propriedades medicinais que o livraram de um câncer.

Dentre as diversas formas de extração de cannabis, uma das mais simbólicas é o RSO, batizada em nome de seu criador, o Rick Simpson Oil. Não tem comprovação científica alguma, mas em compensação já ajudou muitas pessoas.

Aos 38 anos, Rick trabalhava na manutenção da tubulação interna de um hospital, quando foi atingido por um cano na nuca e sofreu uma série de concussões, dentre elas um ruído incessante na cabeça, algo em torno de 93 decibéis (quase o barulho de um motor de motocicleta), ligado 24 horas por dia.

Depois de uma peregrinação a diferentes tipos de especialistas e uma série de medicações para tentar controlar o ruído infernal na cabeça, Rick tentou encontrar uma solução fumando maconha. Após alguns baseados percebeu que havia melhora em seus sintomas. Superior a qualquer medicação que havia tentado, mas o efeito não era durador e algumas vezes sentia mais efeitos positivos que em outras.

Rick Simpson Oil

Teve então a ideia de fazer uma extração que pudesse lhe entregar um concentrado de maior potência e duração. Utilizando uma técnica com solventes químicos (álcool isopropílico), alcançou um óleo como produto final. Através da tentativa e erro, foi aprendendo a dosar, conhecendo as reações de seu próprio organismo, até atingir efeitos satisfatórios.

Em 2002, Rick foi diagnosticado com câncer de pele, buscou ajuda médica e passou por uma cirurgia e não teve resultados muito satisfatórios. Com sua experiência positiva acumulada na primeira experiência com a cannabis, Rick não teve dúvidas, aplicou o óleo diretamente nas feridas da pele que não haviam passado pela cirurgia e o resultado em pouco tempo foi surpreendente.

Dr Banz - O RSODesde então, Rick luta para que mais pessoas tenham acesso a informação e possam produzir seu próprio remédio.

Nessa jornada, ele foi questionado por médicos e ridicularizado por entrevistadores por sua descoberta não ter comprovação científica. E mesmo assim, suas ideias que o levaram a criar seu óleo, já ajudaram milhares de pessoas ao redor do mundo.

Foi preso por tráfico quando doou um frasco com 5g de óleo a uma pessoa que o procurou por severas dores nas costas e já não conseguia trabalhar. Teve sua casa invadida pela polícia uma semana depois que a revista High Times o nomeou Freedom Fighter of the Year, (por seu vídeo documentário Run from the Cure). Com receio de ser preso por acusações mais sérias, resolveu deixar o Canadá e hoje mora na Europa.

O legado de Rick Simpson deve ser respeitado, pela coragem e pela luta pelo direito de escolher o tratamento mais adequado para sua condição.

É importantíssimo lembrar que nenhuma decisão sobre tratamentos médicos deve ser tomada sozinho, é fundamental que você converse com seu médico caso considere qualquer tratamento para sua condição de saúde.

Caso esse tratamento envolva cannabis ou suas variações, é fundamental que a opinião científica seja consultada, juntamente com as informações legais, já que infelizmente ainda vivemos num país que fecha os olhos à ciência e anda de mãos dadas com o preconceito e ignorância.

BANZ-ai RSO!

Fontes: 01 e 0203

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Dr Banz - Live Resin

O que é Live Resin?

Salve Banzers das extrações! Se você ainda não ouviu falar, em algum futuro próximo o nome LIVE RESIN vai chegar nos seus ouvidos. E (dedos cruzados!) quem sabe na mente também? Enquanto exploramos o mundo das extrações, vamos conhecendo nomes, termos e siglas novas que nos deixam com água na boca. E também, muita vontade de aprender mais e experimentar de tudo. O LIVE RESIN é um tipo de concentrado que utiliza uma técnica única: flores recém-colhidas congeladas a uma temperatura subcrítica antes de qualquer processo de extração. Pulando assim os processos de secagem e cura. O processo de secagem e cura que a planta atravessa, tem impacto direto nos terpenos, que são as estruturas responsáveis pelos maravilhosos aromas e sabores da planta. Os terpenos estão presentes nos tricomas, que armazenam os diferentes canabinóides da planta (THC, CBD, THCV, CBN, etc.). Durante o processo de secagem e cura, a planta “elimina” umidade e clorofila, os tricomas estão sujeitos a degradação de acordo com fatores externos. Como aumento de exposição ao calor, ao oxigênio, à luz e agitação física. Quando a planta é congelada imediatamente após a colheita, ela mantém esses valiosos terpenos, sabor original e fragrância durante o processo de extração até o produto final.

Normalmente, o LIVE RESIN possui uma cor amarelada mais escura, é um concentrado mais maleável, (fica entre o óleo e o wax), mas nem tão líquida, nem tão puxa-puxa.

Por ser uma extração, não deixa de ser bem grudenta, por isso é necessário uma ferramenta (pinça ou espátula especial de metal) para manusear. Lembrando que dependendo do hashmaker a consistência pode ser um pouco mais líquida, mais sólida ou mais cerosa.

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Porque o LIVE RESIN é diferente de outras extrações? Quando comparado com outros concentrados, como BHO, shatter ou rosin, o LIVE RESIN possui uma alta contagem de terpenos e um efeito entourage (onde todos os componentes da planta “agem em conjunto” com ações e efeitos complementares entre si) para uma experiência mais rica e potente. Galera que curte as cremas normalmente destacam o LIVE RESIN e o valorizam por seus sabores, aromas, potência e efeitos proporcionados. A dica da casa é: pintou a oportunidade de experimentar? Para conhecer a força dos concentrados é preciso experiência e uso, então conheça seus limites, vai com calma e aproveite essa viagem! Quem sabe um dia nosso país muda a mentalidade para termos eventos de multiplicação de conhecimento para fabricação/degustação de LIVE RESIN (e outras extrações) como em qualquer país que já cruzou a ponte da legalização. Você já passou por essa maravilhosa experiência? Conta para nós como foi. Curtiu, exagerou, aprovou? BANZ-ai! Fonte

Dr Banz - O Kief

O Kief

Salve Banzers da Extração!

Conhecer mais sobre a c4nnabis é uma prazerosa tarefa e adoramos conversar sobre, aprender com quem sabe mais e sempre que possível compartilhar conhecimento. Esse ciclo virtuoso já nos trouxe muitas amizades novas e aprendizados que deixaram nossas sessions cada vez melhores!

Hoje o assunto é o KIEF, uma das formas de extração mais antigas e que envolvem métodos mais simples, sem a utilização de solventes.

Sabe aquelas fotos artísticas com super zoom que mostram pequeninos cristais que cobrem parte das folhas e em maior intensidade nas flores de maconha, dando uma impressão de “veludo”?

Esses cristais são os tricomas, na cabeça deles estão as maiores concentrações de canabinóides que são os responsáveis pelos efeitos que tanto curtimos. Quando trituramos as flores, sempre fica um pozinho (muita gente crê já ser o kief propriamente dito), que depois de peneirado (em telinhas de 20 a 120 microns) chega a um produto final forte, concentrado e maravilhoso!

Dr Banz - O Kief

 

Para quem quer começar a curtir extrações sem precisar de grandes investimentos para rosins, shatters ou crumbles, uma das formas mais simples de começar a ter o seu próprio Kief é investir naqueles dichavadores com divisões de 3 ou 4 partes.

A parte superior desses trituradores é um compartimento onde as flores são trituradas, a segunda parte armazena o resultado dessa operação, na terceira divisão há uma telinha de metal que vai peneirando tudo isso, para que no quarto compartimento você possa acumular aquele pozinho bem macio que concentra grandes quantidades de canabinóides como o CBN, THC, CBD e tantos outros, tudo vai depender da origem das flores utilizadas.

Também conhecido como Dry Sift, o Kief é uma das nossas formas de extração favoritas!

Vamos dichavando nossas maravilhas, consumindo no momento e da maneira mais apropriada e enquanto isso, vai tudo acumulando no compartimento. Sem compromisso e sem pressa, numa session você fica com vontade de um temperinho especial e resolve olhar o dichavador… Aí o coração dispara, a boca saliva, a mão quase chega a tremer!

Um lembrete: por se tratar de um concentrado, a certeza é de uma viagem diferente, mais intensa, mais forte, portanto, prudência na dose!

O Kief pode ser misturado no banza com o recheio de sua escolha. Mas também pode ir por fora, confeitando aquela obra de arte que você apertou com tanta habilidade!

E kief de prensado, rola?

É muito difícil falar da qualidade do pozinho que fica no dichavador de prensado. Importante lembrar que o prensado passa por um processo de produção muito diferente. E que tem a qualidade e pureza comprometida pela presença de sujeira ou insetos, mal armazenada e às vezes mofada. Como imaginar que a m4conha nesse estado ainda pode conter canabinóides que podem proporcionar algum tipo de concentrado?

A realidade política de nosso país não permite que todos tenham acesso a flores de qualidade, que em muitíssimos locais o “pren nosso de cada dia” é a única opção disponível para consumo.

É justamente por isso que conhecer outra realidade, pode impulsionar cada vez mais gente a buscar o conhecimento, melhorar o acesso, reduzir danos durante o consumo e ampliar a consciência sobre a importância de continuar buscando e apoiando a NORMALIZAÇÃO e LEGALIZAÇÃO da c4nnabis no Brasil!

BANZ-ai Kief !!!

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Fontes: 01 e 02 e 03

Dr Banz no Festival Path 2018

O que rolou sobre Cannabis no Festival Path 2018?

Nos dias 19 e 20 de maio, a equipe do Dr Banz esteve presente no #Path2018, um dos maiores festivais de inovação e criatividade do Brasil. Em sua 6ª edição, o Festival Path 2018 ofereceu a estudantes, profissionais e empresas que buscam inovar a forma de pensar e agir, palestras, shows, filmes e mais atividades que fizeram do Path uma experiência rica em educação, entretenimento e negócios, conectando a comunidade criativa de todo o país.

A pauta cannábica esteve presente em 4 palestras que acompanhamos de perto: A conexão com o Eu através da maconha, depois de alguns imprevistos, teve a participação de Dada Yute, vocalista da banda Leões de Israel e Marcelo Schenberg, fundador do Instituto Plantando Consciência, debateram sobre conexões espirituais com o uso da maconha.

O uso da maconha só vale se for medicinal?, teve a moderação do cientista catarinense com 15 anos de experiência na área de psicofarmacologia de canabinóides, Fabrício Pamplona e o debate entre Felipe Anghinoni, fundador da Perestroika, escola de atividades criativas e Gilberto Castro, ativista e paciente de Cannabis medicinal para o tratamento de esclerose múltipla. Falaram sobre suas experiências com o uso da Cannabis, quais perspectivas para o uso medicinal e social da planta.

No domingo, 20/maio, acompanhamos outras duas palestras cannábicas: A modernização da agricultura pelo cultivo de Cannabis, onde os palestrantes Lorenzo Rolim, engenheiro agrônomo da Bedrocan, uma das maiores empresas de plantio de Cannabis medicinal do mundo e Conny De Wit, diretora financeira e comercial da SBW do Brasil, empresa que atua no plantio de mudas micropropagadas, falaram sobre o status atual das duas empresas e como estão preparados para atuar fortemente no segmento cannábico quando finalmente tivermos a legalização.

E fechando o ciclo cannábico do Path 2018, um debate esclarecedor sobre Direitos Civis Cannábicos: o que está em jogo para toda sociedade, onde o mediador Cristiano Maronna, Secretário Executivo da Plataforma Brasileira de Política de Drogas e os palestrantes Margarete Brito, líder e co fundadora da APEPI (Apoio à Pesquisa e Pacientes de Cannabis Medicinal) e o incansável Dr. Emilio Figueiredo, advogado da rede jurídica, Reforma da Política de Drogas. Uma palestra enriquecedora que debateu os caminhos percorridos pelo direito cannábico até agora, conquistando importantes vitórias legais em forma de Habeas Corpus e Salvo Condutos, a pacientes de diversas patologias que dependem do uso medicinal da maconha.

A frase que mais marcou o capítulo cannábico do Path2018, foi do próprio Dr. Emilio Figueiredo: “A legalização vai acontecer quando nós quisermos! Quando nos mobilizarmos de maneira organizada e protestarmos pelos nossos direitos!”

A interação com o público nas palestras foi de vital importância para o movimento cannábico, o debate, a troca de ideias e o esclarecimento de dúvidas em diversas áreas do movimento cannábico, são fundamentais para que as pessoas tenham cada vez menos inseguranças e incertezas quando o assunto for MACONHA e o Dr Banz estará atento e pronto para multiplicar todo esse conhecimento para vocês!

Banzai Path 2018!

Palestras Cannabis Festival Path 2018
Palestras sobre Cannabis no Festival Path 2018

Conheça mais sobre o festival e os palestrantes: @festivalpath @dadayute @fanghinoni @playmogilgr @lorenzorolim @plataformapbpd @familiaapepi @reformadrogas

Dr Banz no Living Colour e Ozzy Osbourne

Nos dias 11 e 13 de maio 2018, a galera do Dr Banz esteve em dois shows FODAS que rolaram em São Paulo! Show do Living Colour e show do Ozzy Osbourne!

Show do Living Colour

Na sexta-feira, dia 11, o Tropical Butantã recebeu os americanos do Living Colour. Com o show da tour do mais recente álbum da banda, Shade. Um show com um nível de energia altíssimo, o quarteto certamente não decepcionou os fãs e tocou duas músicas do último álbum e recheou o setlist de clássicos da banda, cantados em coro pela plateia sedenta por “Cult of Personality”, “Glamour Boys”, “Leave it Alone”, entre muitos outros hits.

Contudo, para os banzers que não conhecem a obra dessa banda (com mais de 30 anos de estrada), confira: Time´s Up e Stain, dois álbuns que definem a essência do Living Colour! (uma das faixas do Stain é um poema chamado “Hemp”…).

Vibe maravilhosa, virtuose técnica e muito swing na primeira banda de metal composta exclusivamente por negros. Sempre questionados, desafiados e até mesmo sabotados, foram contra tudo e contra todos os tipos de preconceito, pelo puro amor a sua música e seus valores!

What´s your favorite colour baby?

Show do Ozzy

E posteriormente no domingo, dia 13, foi a vez do Príncipe das Trevas desfilar seu caminhão de hits numa plateia ensandecida, no Allianz Parque. Ozzy Osbourne dispensa comentários ou apresentações, do alto de seus 69 anos e com admirável esforço físico para entregar um show que enfeitiça a plateia e mostra que se o amor pela música é verdadeiro, gerações após gerações sempre cultuarão os pioneiros.

Os sucessos de sua carreira solo incendiaram a galera. Mas quando chegaram os clássicos do Black Sabbath, como “War Pigs”, “Paranoid” e “Fairies Wear Boots”. Você via metaleiros de todas as idades em transe, êxtase coletivo! Menção honrosa para a presença de Zakk Wylde de volta a banda da tour. Um dos maiores guitarristas que já acompanhou Ozzy e segura as pontas com solos e riffs poderosíssimos que mostram porque é considerado por muitos como um dos melhores guitarristas de metal de todos os tempos.

Dr Banz mandou aquela homenagem quando ouviu a maravilhosa “Flying High Again“. Tem um trechinho assim: “…it´s something I enjoy, Flying High Again!” (…é algo que eu adoro, Viajando Alto Novamente!)

Banzai @livingcolourofficial !!!
Banzai @ozzyosbourne !!!

Acessórios Dr. Banz

Maconha na América Latina

A maconha na América Latina

Subsidiária da HempMeds fornece CBD para estudos em universidade brasileira
Fonte: http://420intel.com (29/03/2018)

A primeira empresa de maconha de capital aberto dos Estados Unidos, HempMeds, anunciou resultados positivos do simpósio sobre cannabis de sua subsidiária brasileira, realizado no Rio Grande do Sul. O evento foi realizado de 19 à 23 março, em parceria com a ANUC (Associação Nacional de Usuários de CBD), na cidade de Canoas, Passo Fundo e Porto Alegre. No evento, o Dr. Stuart Titus da Medical Marijuana Inc., palestrou sobre os benefícios do CBD e sobre oportunidades e potencial de pesquisas no Brasil.

Panamá abre as portas para a legalização da cannabis medicinal com proposta de lei
Fonte: http://420intel.com (15/03/2018)

A política que rege o uso da cannabis medicinal na América Latina vem evoluindo. Poucos países das Américas Central e do Sul permitem o uso da cannabis medicinal e óleo contendo CBD para vítimas de epilepsia, náusea, falta de apetite, vômito induzido por quimioterapia e dores e espasmos musculares causados pelo HIV. Nos últimos anos, observa-se reformas (em diversos níveis) na política de substâncias controladas em diversos países. O uso da cannabis para uso terapêutico já é uma realidade em alguns países sul-americanos e agora o Panamá inicia suas tratativas para legalizar o uso medicinal.

Países sulamericanos concedem permissões para cultivo de marijuana medicinal
Fonte: http://420intel.com (29/01//2018)

2017 será o ano que ficará na história como o ano onde houveram os maiores avanços na comunidade global da cannabis. Enquanto ainda há um longo caminho a ser percorrido, a onda da legalização, especificamente na área medicinal, atingiu muitos parlamentos ao redor do mundo. E claro que isso também se aplica a América do Sul, forçando o debate da legalização na agenda parlamentar da Argentina, Chile, Porto Rico, Colômbia e México descriminalizando o uso da cannabis medicinal e tendo no Uruguai como maior expoente, legalizando uso medicinal e recreativo/social.

Índices criminais caem no Uruguai, mas sofrem com venda ilícita de cannabis para turistas
Fonte: http://420intel.com (29/01/2018)

“Nós passamos a ideia de ser um país de vanguarda e o turista estrangeiro chega aqui e não pode comprar erva?”, disse um especialista de cannabis. Com os meses do verão se aproximando e os turistas chegando, o Uruguai receberá mais do que meia dúzia de mochileiros que vieram ver o início da jornada de legalização no ano de 2017 e até agora a lei se aplica apenas aos residentes. Esse impulso que a indústria cannabica pode dar na economia do país não pode passar em branco.

Colômbia busca se tornar líder em exportações globais de cannabis medicinal em 2018
Fonte: http://420intel.com (12/01/2018)

Colômbia pode fornecer 44% da demanda global de maconha medicinal ainda em 2018, após o board de diretores do Fundo de Controle de Drogas autorizar a colheita de 40,5 toneladas de maconha para exportação.

Congresso do Paraguai legaliza o plantio de maconha medicinal
Fonte: http://420intel.com (06/12/2017)

Congresso paraguaio aprovou uma lei criando o sistema de incentivo do governo para importação de sementes de maconha e plantio da erva para fins medicinais, a decisão acompanha a tendência de outros países da América Latina. O país já havia autorizado a importação do óleo de cannabis em Maio/17, sob controle do ministério da saúde. A autorização do plantio foi celebrada por pais e filhos que fazem uso medicinal da maconha. “Estamos felizes porque além do óleo, agora também poderemos importar sementes para o plantio e garantir a futura extração do óleo”, disse Roberto Cabañas, vice-presidente da Organização Paraguaia de Cannabis Medicinal, cuja filha é portadora da síndrome de Dravet. Sua família gastava US$300 mensais para a importação do óleo.

Peru é o mais recente país da América do Sul a legalizar a maconha medicinal
Fonte: http://420intel.com (20/11/2017)

O presidente do Peru assinou uma lei de âmbito nacional, legalizando o uso medicinal da cannabis em um momento histórico após a aprovação do congresso peruano. A legalização permite a posse, venda e transporte de maconha para fins medicinais, porém seu plantio ainda é ilegal. O governo criará uma lista oficial de importadores e cultivadores autorizados a fornecer aos pacientes, que tiverem uma prescrição médica para doenças como Parkinson, câncer, epilepsia e outras doenças crônicas ou terminais.

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