Dr Banz - Le Club Des Hachichins

Le Club Des Hachichins

Salve Banzers!

Certamente, uma das coisas mais legais do lifestyle cannabico é justamente aprender mais sobre ele, suas histórias, tendências, costumes… um estilo de vida que atravessa gerações e é de fato cheio de história rica para conhecer e aprender!

Nossa cultura é tão espontânea que se espalha numa grande onda positiva, chega até as pessoas pela música, pela fotografia, pela moda, pelo ar! E foi num rolê desses recheados de fumaça que vimos na camiseta de um grande parceiro uma estampa tão legal que fomos atrás da história que é no mínimo intrigante e ao mesmo tempo legal para kcta! Olha a moda exercendo seu papel na normalização da maconha!

Essa é a história do Le Club des Hachichins.

(Pelo nome você já vê que a coisa é boa, mesmo sem saber o que é… rs)

Os franceses começaram a consumir haxixe em 1798, quando o General Napoleão Bonaparte invadiu o Egito e seus soldados trouxeram na bagagem “alguns quilinhos de hash”. Aliás, em meados dos anos 1800 (vai vendo há quanto tempo nossa cultura fortalece!), as mais brilhantes mentes da França se encontravam para reuniões secretas em Paris para beber dawamesk, um café bem forte turbinado com hash, noz-moscada, cravo, canela, pistache, suco de laranja, um afrodisíaco chamado cantárida, açúcar e manteiga. Porra, imagina essa bomba!

Dr Banz - Le Club Des Hachichins

O Club des Hachichins (ou Clube dos Comedores de Haxixe), foi fundado pelo psiquiatra Dr Jacques-Joseph Moreau. Que inspirado pela sua própria relação pessoal com o hash, resolveu estudar o efeito das drogas no sistema nervoso central. Com o intuito de testar suas hipóteses, reunia em Paris as mentes mais iluminadas da época: Alexandre Dumas, Victor Hugo, Honório de Balzac e Baudelaire para mencionar alguns dos sócios do clube. Consumiam haxixe em quantidades precisas e fortes o suficiente para segundo os frequentadores, trazer vozes celestiais, visões divinas e poderosas alucinações.

Os antigos do movimento cannábico foram os precursores de muitas tradições e costumes que perduram até hoje! Ou você já recusou uma sessão de hash com os amigxs? Vozes celestiais e visões divinas não sabemos se dá. Mas que dá aquele calorzinho power no peito e na mente, ninguém pode negar!

Le Club des Hachichins!
Enfim, galera crazy old school raiz nível master! #respect

BANZai!

Shoulder Bag de Cânhamo do Dr. Banz

Fonte:

Dr Banz - História: Sativa, Indica e Ruderalis

História: Sativa, Indica e Ruderalis

Salve banzers de Jah!

Para muitos é apenas uma revisão de um assunto adorado, para outros pode ser conteúdo novo, então vamo que vamo porque o conhecimento não pode parar!

Origem e evolução dos termos

Os termos Sativa, Indica e Ruderalis foram introduzidos no século 18 para descrever as três variedades diferentes de cannabis. Sativa é um adjetivo em latim, que significa “cultivado”. Indica é latim para “da Índia”. Ruderalis também vem do latim e é o plural de uma palavra que significa “pedaço de bronze bruto”.

O termo Cannabis Sativa descrevia plantas de cânhamo encontradas na Europa e Eurásia oriental, onde era cultivada por sua fibra e sementes.

O termo Cannabis Indica descrevia uma variedade da planta com efeitos psicoativos, cultivada na Índia (mas também encontradas no Afeganistão, nas montanhas Hindu Kush, no sudeste da Ásia, América do Sul, Jamaica e México) onde era cultivada também por sua fibra e sementes, além do querido hash.

O termo Cannabis Ruderalis é a selvagem, a ancestral das duas variedades acima, com seu baixo percentual de THC e características de auto-flora.

Hoje esses termos certamente ajudam a organizar as milhares de strains que circulam pelo mercado. Mas a história nos ensina que algumas mudanças nos termos cannábicos aconteceram no decorrer do caminho. Eis abaixo como eles mudaram desde suas primeiras definições botânicas:

Hoje, Sativa se refere a uma variedade de cannabis com plantas altas e com folhas estreitas. São atribuídos à ela os efeitos energizantes. No entanto, antigamente essa planta de folhas estreitinhas era conhecida como Cannabis Indica.

Indica era um termo usado para uma planta robusta, com folhas largas, conhecida por seus efeitos sedativos. Tecnicamente essa variedade de folhas largas, se chama Cannabis Indica Afghanica.

O que nós chamamos de cânhamo, se refere a variedade não psicoativa, para fins industriais cultivadas primordialmente por fibra, sementes e CBD. Seu nome original era Cannabis Sativa.

Confuso né? Isso porque aprendemos a terminologia moderna, mas nunca é tarde para aprender. É sempre bacana conhecer as origens da nossa cultura, do nosso lifestyle! Vamos juntos horizontalizando o conhecimento, trazendo informação sobre as tendências e inovações.

Mas para saber para onde vamos, precisamos saber de onde viemos e história cannábica é sempre massa aprender!

Shoulder Bag de Cânhamo do Dr. Banz

Banzai !!!

Fonte

Extrações da Cannabis

Extrações

Salve Banzers!
A extração da cannabis é um processo muito antigo, utilizado pelas pessoas para conseguir o máximo de cannabinóides, terpenos e flavonóides possíveis, já que são eles os responsáveis pelo sabor, pelo odor e pelo efeito final do concentrado. Como resultado, o produto final é muito mais potente que a cannabis normal e com mais compostos desejados presentes. Por exemplo, a cannabis em sua forma natural contém até 30% de THC e 24% de CBD, comparado com alguns concentrados que podem ter 99% de pureza!

Durante a extração, a resina é removida da planta. Cera, ácidos graxos e clorofila também são extraídos, pois seu consumo é maléfico e fazem os concentrados ficarem com um sabor desagradável. Existem dois métodos de extração de concentrados.

Extração sem solventes: como o próprio nome diz, nenhum solvente químico é utilizado no processo. Então, tudo o que você precisa é água, calor, pressão e uma peneira.
Extração com solventes: com a alta demanda por produtos cannábicos, a tecnologia para extração de concentrados se torna cada vez mais sofisticada e os produtores vão encontrando novas formas de extrair o melhor da cannabis!

Os concentrados de cannabis estão se tornando cada vez mais populares, vamos conhecer alguns dos métodos de extração mais famosos?

Óleo de Hash Butano (BHO)

A planta é imersa no solvente, o que faz com que os óleos desejados saiam da planta. Para eliminar o solvente residual, a solução é aquecida à vácuo (o butano evapora a baixas temperaturas). Então temos certeza que não há mais solvente e o extrato de cannabis é muito potente! Graças à utilização de hidrocarbonos, podemos atingir até 90% de cannabinóides nos extratos, isso faz com que o BHO seja uma opção popular para muitos pacientes que sofrem de dor crônica, distúrbios do sono e outras doenças.

Extrações-02-BHO


Kief

O Kief se refere àqueles cristais pequeninos, grudentos e translúcidos que cobrem a flor da cannabis, conhecidos como tricomas, que contém a maior quantidade de terpenos e cannabinóides. A extração do Kief é um processo simples, um dichavador com 3 câmaras faz todo o trabalho de separar o kief da planta.

Extrações-03-Kief


Water Hash (Iceolator)

O objetivo e ideia principal por trás da extração com água gelada é isolar a parte superior dos tricomas (que contém óleos essenciais da cannabis), dos galhos e caules da planta, pois não possuem nenhum valor medicinal. Quando separados, as “cabeças dos tricomas” grudam umas nas outras e depois de secos, são prensados para formar o hash!

Extrações-04-Iceolator


Óleo Co2

Os extratos são feitos com dióxido de carbono, que é comprimido até formar um fluido supercrítico. Esse fluido extrai principalmente os óleos essenciais da cannabis, de uma maneira semelhante ao que os hidrocarbonos. Esse método é único pois conta com as características do fluido supercrítico que possui propriedades líquidas e gasosas, permitindo assim dissolver a planta completamente. Comparado ao BHO, esse método é de mais fácil controle e os extratos ficam com mais terpenos (até 10%, no BHO vai de 0,5% à 3,5%).

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Óleo Rick Simpson (RSO)

A extração por esse método exige que você mergulhe toda a planta numa solução de álcool isopropílico, que extrai os cannabinóides. Após a evaporação dos solventes, o residual é algo semelhante a um alcatrão. Pessoas podem usar o RSO oralmente ou diretamente na pele. Administração sublingual é o método preferido dos pacientes com câncer, não apenas pela comodidade, mas porque através da mucosa oral e das membranas da boca, promove uma rápida absorção diretamente na circulação do paciente, tudo isso devido a biodisponibilidade dos cannabinóides.

Extrações-06-RSO


Haxixe

O hash tradicional (ou haxixe, hasish) é mais um exemplo de extrato adquirido sem utilização de solventes. Novamente a ideia é separar os tricomas da planta já que eles contém a maior concentração de ativos desejados.

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Tinturas

Tinturas são líquidos concentrados feitos de uma extração com álcool. Ele extrai os cannabinóides e os terpenos e não requer utilização de calor. Outra vantagem das tinturas é que podem receber aromas ou sabores. Portanto, tornam-se uma ótima solução para os que não apreciam o sabor da cannabis. Podem ainda ser ingeridas como gotas sublinguais ou como loções em determinadas áreas do corpo.

Extrações-08-Tinturas


Rosin

O Rosin se tornou popular recentemente, pois tudo que você precisa para esse tipo de extração é calor e pressão. Juntos eles extraem um suco da flor, do hash ou do kief. O extrato é suculento e translúcido. Se feito apropriadamente, ele mantém todos os terpenos aromáticos e sua potência pode subir até 70% de THC.

Extrações-09-Rosin


E ai, vamos experimentar todos os tipos de extratos?

Banzai!

Shoulder Bag de Cânhamo do Dr. Banz
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