Bebidas com maconha

Bebidas com maconha

Bebidas infundidas com maconha possuem baixas calorias, são refrescantes, relaxantes e não dão ressaca. Quer convite melhor?

O negócio parece tão promissor que grandes companhias do ramo cannábico e do álcool já começam a produzir bebidas infundidas com cannabis. O universo das infusões é infinito. Quase tudo o que você imaginar presta-se a flavorizar bebidas. Basta escolher uma base destilada com teor alcoólico de pelo menos 40%, caso contrário, a bebida não “pega” as virtudes do ingrediente escolhido.

Grandes companhias cannábicas ponderam se o consumo ingerido em bebidas não ultrapassará o inalado muito em breve. Por quê? Porque bebidas infundidas com cannabis tem significativamente menos calorias que o álcool e se encaixam perfeitamente em situações sociais. Isso por que são discretas, não tem cheiro e principalmente por já existir o hábito em buscar uma brisa através da bebida.

Apesar de ser uma onda recente, existem registros históricos de bebidas infundidas com cannabis para fins medicinais datados do século passado. Porém, foram totalmente abolidos nos últimos 70 anos quando houve maior preocupação sobre seus efeitos psicoativos. Hoje já existem alguns produtos à venda como infusão de cannabis em chás, cafés, leites, cafés gelados. Mas ainda existem inúmeras possibilidades para bebidas alcóolicas também.

Muitos podem se perguntar: Mas eu vou ficar bêbado ou chapado? No caso das cervejas, ela conterá baixos percentuais de THC e CBD que proporcionarão uma brisa. Mas sem os efeitos pesados da ressaca…

Tendências do mercado cannábico mundial.

Mas sinceramente, o ato de dichavar, enrolar a piteira, acomodar todo mundo, deitar na seda, bolar magicamente, passar a goma e… Fogo na bomba, vão para onde?

Doctor Banz está na área, só chamar! Banzai!

Fonte: https://420intel.com/articles/2018/07/05/why-cannabis-drinks-are-future-cannabis-consumption

Shoulder Bag de Cânhamo do Dr. Banz

Maconha X Álcool X Tabaco

Maconha X Álcool X Tabaco

Estudo confirma: Álcool e Tabaco são muito mais perigosos que cannabis

Certamente, algumas substâncias “legais” são muito mais nocivas para a saúde do que as “ilegais”. A revisão global sobre os dados de uso de substâncias, apontou que álcool e tabaco são muito mais perigosas. Mais perigosas do que todas as drogas ilícitas.

De acordo com o estudo “Global Statistics on Alcohol, Tobacco and All Ilicit Drugs Use: 2017 Status Report”, (Relatório 2017: Estatísticas Globais do Uso de Álcool, Tabaco e Todas as Drogas Ilícitas), compila dados do Instituto de Avaliação de Métricas de Saúde, do Escritório de Drogas & Crime da ONU e da OMS (Organização das Nações Unidas e Organização Mundial da Saúde), para avaliar os efeitos de substâncias viciantes, no bem estar das pessoas e sua expectativa de vida.

Analisando os capítulos desse estudo conclui-se que a Europa é o maior centro de consumo de tabaco e álcool. De fato, 50% da população bebe regularmente e 20% de todo continente europeu fuma tabaco. O leste europeu é a região mais afetada.

Os pesquisadores concluíram que “Europeus são os que mais sofrem dos males do álcool e tabaco e a maior taxa de mortalidade foi encontrada em países de grandes populações com renda média baixa.”

O outro lado da moeda

Por outro lado (com menos de 1 pessoa entre 20, admitindo o uso), avaliando uso difundido e seus males, estão substâncias ilegais como:

  • opióides;
  • cocaína;
  • anfetaminas;
  • cannabis

Europa e América do Norte, apresentaram os maiores índices de uso e dependência. Os pesquisadores concluíram que por serem regiões com informações e infraestrutura mais robustas sobre o tema, podem mascarar índices mais elevados quando comparados com países com pouca ou nenhuma base de dados.

É provável que países com baixas taxas de uso de cannabis são consequências do status legal da erva. Os Estados Unidos e o Canadá lideram o ranking mundial de uso de cannabis.

Fonte: https://420intel.com/articles/2018/05/29/study-confirms-alcohol-and-tobacco-are-way-more-dangerous-cannabis

Shoulder Bag de Cânhamo do Dr. Banz

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