Maconha X Álcool X Tabaco

Maconha X Álcool X Tabaco

Estudo confirma: Álcool e Tabaco são muito mais perigosos que cannabis

Certamente, algumas substâncias “legais” são muito mais nocivas para a saúde do que as “ilegais”. A revisão global sobre os dados de uso de substâncias, apontou que álcool e tabaco são muito mais perigosas. Mais perigosas do que todas as drogas ilícitas.

De acordo com o estudo “Global Statistics on Alcohol, Tobacco and All Ilicit Drugs Use: 2017 Status Report”, (Relatório 2017: Estatísticas Globais do Uso de Álcool, Tabaco e Todas as Drogas Ilícitas), compila dados do Instituto de Avaliação de Métricas de Saúde, do Escritório de Drogas & Crime da ONU e da OMS (Organização das Nações Unidas e Organização Mundial da Saúde), para avaliar os efeitos de substâncias viciantes, no bem estar das pessoas e sua expectativa de vida.

Analisando os capítulos desse estudo conclui-se que a Europa é o maior centro de consumo de tabaco e álcool. De fato, 50% da população bebe regularmente e 20% de todo continente europeu fuma tabaco. O leste europeu é a região mais afetada.

Os pesquisadores concluíram que “Europeus são os que mais sofrem dos males do álcool e tabaco e a maior taxa de mortalidade foi encontrada em países de grandes populações com renda média baixa.”

O outro lado da moeda

Por outro lado (com menos de 1 pessoa entre 20, admitindo o uso), avaliando uso difundido e seus males, estão substâncias ilegais como:

  • opióides;
  • cocaína;
  • anfetaminas;
  • cannabis

Europa e América do Norte, apresentaram os maiores índices de uso e dependência. Os pesquisadores concluíram que por serem regiões com informações e infraestrutura mais robustas sobre o tema, podem mascarar índices mais elevados quando comparados com países com pouca ou nenhuma base de dados.

É provável que países com baixas taxas de uso de cannabis são consequências do status legal da erva. Os Estados Unidos e o Canadá lideram o ranking mundial de uso de cannabis.

Fonte: https://420intel.com/articles/2018/05/29/study-confirms-alcohol-and-tobacco-are-way-more-dangerous-cannabis

Shoulder Bag de Cânhamo do Dr. Banz

Conduta Não Apropriada - Suzeanne Brill

Conduta não apropriada

Família de Suzeanne e Mathew Brill perdeu a guarda de seu filho por dar MACONHA para tratar convulsões.

No último mês de abril de 2018, a Divisão dos Serviços da Família e da Criança do estado da Georgia nos Estados Unidos, tirou a guarda do filho de Suzeanne e Mathew Brill depois que o xerife local os prendeu por darem maconha a seu filho.

E eles não negaram a acusação.

“Nós admitimos abertamente à equipe policial presente”, disse Mathew Brill. O filho dele (que não teve seu nome divulgado por se tratar de um menor de idade), foi levado a um abrigo até que a situação se esclareça no tribunal, onde responderão por conduta não apropriada.

Mathew e Suzeanne afirmaram não serem pais ruins. Apenas faziam o que estava ao alcance deles para as frequentes crises de convulsão sofridas pelo garoto. “As crises acontecem 24 horas por dia, 7 dias por semana”, afirmaram.

Após tentarem diversas medicações e até óleo de cannabis, sem resultados satisfatórios, os pais decidiram dar maconha para que o garoto fumasse num cachimbo de vidro. “Eu sei de onde vem minha erva, conheço e confio nos meus contatos. Carreguei o cachimbo, fumei primeiro, pus em cima da mesa e disse: “Sua escolha”. Não o forcei a fumar.”

Os pais reconheceram que o garoto vinha fumando frequentemente, mas, segundo eles, as crises reduziram consideravelmente e o garoto pretendia voltar às aulas. Mathew e Suzeanne Brill estão sendo processados e o garoto vive hoje num abrigo onde a justiça determinou ser mais seguro para ele.

Nós do Dr Banz acreditamos nos benefícios da cannabis medicinal. Falamos sobre o uso terapêutico e a importância da regularização para os pacientes que precisam e dependem desse tratamento. Portanto se esse for o caminho a ser seguido, que seja com acompanhamento médico. Seguindo a prescrição específica para sua patologia.

Conduta Não Apropriada

Fonte:https://420intel.com/articles/2018/05/28/georgia-family-loses-custody-son-after-giving-him-marijuana-treat-seizures?utm_source=420+Intel+-+Marijuana+Industry+News&utm_campaign=f59de798d7-420+Intel&utm_medium=email&utm_term=0_3210cbef52-f59de798d7-278277101

Maconha X Antibióticos

Maconha X Antibióticos

Todos sabem que não se deve ingerir bebida alcóolica enquanto estiver sob tratamento de antibióticos, certo? O álcool interfere na eficácia do medicamento e o tratamento pode ser ineficaz, mas… e a maconha?

Maconha X Antibióticos

Terry Roycroft, presidente da Medicinal Cannabis Resource Centre Inc. (Centro de Recurso de Cannabis Medicinal – MCRCI), que é um estudioso da maconha e seus efeitos há mais de dez anos e um apaixonado em aumentar o conhecimento público da planta, disse que “a utilização de maconha durante um tratamento com antibióticos pode não ser tão prejudicial como as pessoas pensam”. E complementou: “Existem uma série de interações medicamentosas para inúmeras coisas do nosso cotidiano, cafeína por exemplo, tem aproximadamente 82 interações com outras drogas e algumas dessas interações vão de moderadas à severas.”

Uma fruta conhecida como grapefruit (no Brasil conhecida como “toranja”),  tem um potencial altíssimo de interação com outros medicamentos, incluindo antibióticos usados para tratar infecções respiratórias, gástricas dentre outras.

“Na realidade comecei a observar as interações da grapefruit como guia para aprender sobre as interações da cannabis”, disse Roycroft. “O que se sabe hoje é que existem poucas interações com a cannabis, quaisquer interações identificadas hoje com ela são consideradas leves, e o mais interessante é que já existem alguns médicos pesquisando se antibióticos funcionam melhor com cannabis!”

A enfermeira especializada em cannabis medicinal, Jessie Gill, disse que: “alguns antibióticos podem potencialmente interagir com a cannabis”.

“A maconha inibe uma enzima específica no fígado, o citocromo P450, que é uma enzima onde muitos medicamentos são metabolizados, incluindo os antibióticos”.

“Isso significa que ao associar maconha + medicamentos, os efeitos das medicações serão aumentados, consequentemente, você terá maiores chances de experimentar os efeitos colaterais e reações adversas dos antibióticos.”

“Por exemplo, quando tratamos alguém que usa medicamentos para dor e inserimos a cannabis no tratamento, normalmente reduzimos a dose do antibiótico em 50% imediatamente e o paciente terá os mesmos resultados e reações que teriam se estivessem tomando a dose plena da medicação.”

Afinal, você deve fumar maconha enquanto estiver tomando antibióticos?

Terry Roycroft sumariza: “No Centro de Recurso de Cannabis Medicinal, nós temos pacientes tomando antibióticos e nós não dizemos para que eles interrompam o seu consumo de cannabis. Não há grandes problemas em misturar antibióticos e cannabis, mas você poderá experimentar efeitos colaterais da medicação de uma maneira mais acentuada.”

Em algumas situações, os médicos usarão o que sabem sobre as interações da grapefruit como guia para cannabis. Se houver alguma contra indicação com grapefruit, você não poderá associar a medicação prescrita com maconha.

Se você ainda tiver dúvidas, pergunte ao seu médico qual a recomendação dele, o aconselhamento médico deve sempre vir de um profissional.

Fonte: https://420intel.com/articles/2018/05/25/can-you-smoke-marijuana-while-taking-antibiotics?utm_source=420+Intel+-+Marijuana+Industry+News&utm_campaign=dadfa2d81c-420+Intel&utm_medium=email&utm_term=0_3210cbef52-dadfa2d81c-278277101

Shoulder Bag de Cânhamo do Dr. Banz
Shoulder Bag de Cânhamo do Dr. Banz
Marcha da Maconha Santo André 2018

Marcha da Maconha Santo André 2018

No dia 02 de junho a galera do Dr Banz esteve presente na Marcha da Maconha de Santo André! Foi muito positivo ver a movimentação da galera, que se organizou, se reuniu e protestou pela liberdade em escolher o que é melhor para si mesmo sem receio de repressão, preconceito da sociedade e principalmente respeitando para ser respeitado!

A Marcha rolou com tranquilidade sem nenhum problema, antes do bloqueio da rua, a polícia passou, viu que estavam todos tranquilos, sem algazarra e sem tumulto. As pessoas foram chegando após às 14hs e aos poucos iam se agrupando para aquele BANZA de respeito que teve o peso do grito da legalização que todos nós carregamos no peito!

Teve música, (rolaram diversos sons que falavam diretamente com a ocasião: “Legalize Já (Planet Hemp)”, “Legalize It! (Peter Tosh)”, “Smoke Two Joints (Sublime)”, dentre muitos outros…), teve arte (com a galera grafitando ao vivo enquanto a concentração da Marcha ia crescendo), teve política (com gritos de legalização para o uso medicinal e social/ recreativo) e teve moda (com a Dr Banz Shoulder Bag de cânhamo + algodão!), ou seja, uma manifestação pacífica, com posicionamento político definido e principalmente alto esclarecimento cultural!

 

A Marcha da Maconha é o nosso momento de valorizar a cultura cannábica, celebrar a MACONHA e todos os aprendizados que ela nos traz e principalmente lutar pelos nossos direitos! Somente se nos unirmos e nos organizarmos cada vez mais, teremos a chance de mostrar a força do movimento, alertando para os benefícios que a legalização pode proporcionar aos pacientes que fazem uso de cannabis medicinal e também a todos do uso social, portanto, marque aquele seu amigo que curte um banza, mas não saiu do armário e perdeu a chance de participar de um evento tão bacana como a Marcha da Maconha.

Seja na Av. Paulista, no ABC de SP, em outros estados, ….é um evento histórico e faz muito bem quem participa e apóia o movimento de legalização da cannabis em todo o Brasil!

Conversou conosco na Marcha? Adquiriu sua Shoulder Bag? Descolou seu adesivo do Dr Banz? Brisou conosco? Marque o @doctorbanz e siga nossos posts, vem muita coisa bacana por aí!

Banzai!

Marcha da Maconha SP 2018

Marcha da Maconha SP 2018

No último dia 26 de Maio a galera do Dr Banz esteve presente na Marcha da Maconha de São Paulo! Em sua 10ª edição, a Marcha da Maconha levou milhares de pessoas à Av Paulista, principal avenida da maior cidade do país, sem a mínima cobertura dos canais de mídia aberta.

Isso mostra a força do movimento que se organiza e se comunica através das redes sociais e reuniu diversos grupos que lutam pelo direito de usar a maconha como medicação para o tratamento de seus males de saúde e também os que reivindicam a liberdade em escolher o que consumir, sem repressão da sociedade ou das leis que nos regem.

Foi um enorme prazer conversar pessoalmente com vários de vocês (banzers como nós!) e falar de nosso projeto, nossas ambições e principalmente ouvir o que vocês pensam e como podemos contribuir, independente de qual seja a frente, “medicinal” junto às associações de pais e pacientes ou “social/ recreativa” junto à galera que compareceu!

Vejam abaixo algumas fotos do evento.

 

A origem da Marcha da Maconha

A mobilização a favor da liberação da maconha teve seu início graças ao ativista Dana Beal, um dos principais organizadores da primeira Global Marijuana March (Marcha Mundial pela Marijuana), ocorrida em 07 de maio de 1990 em Nova York.

As publicações da Cannabis Culture Magazine também foram fundamentais para divulgar as notícias e os objetivos da Marcha pelo mundo.

A Marcha da Maconha é, sobretudo, uma celebração da liberdade de expressão relacionada à cultura da cannabis e às opções individuais de cada um.

Desde 1990, já ganhou versões em 80 países no mundo e em mais de 870 cidades. Atualmente, acontecem cerca de 420 marchas pelo mundo, sendo cerca de 42 delas só no Brasil!

A Marcha pela legalização da maconha no Brasil

No Brasil, o movimento anti-proibicionista começou ao final da ditadura militar, nos anos 80, com alguns levantes e protestos, mas sem grande repercussão nacional.

Em 2002 aconteceu, oficialmente, a primeira Marcha da Maconha no Brasil, que reuniu mais de 800 pessoas – convidadas a partir de papéis de sedas carimbadas com as informações da Marcha e distribuídas no Posto 9, no Rio de Janeiro. Diferentemente das décadas anteriores, para alegria geral, não houve repressão policial.

A Marcha se repetiu em algumas cidades brasileiras, mas apenas em 2007, foi criada a identidade ao movimento, concentrando os objetivos e promovendo a discussão sobre a cultura cannábica. Com isso, no ano seguinte foram organizadas as Marchas em 12 capitais brasileiras, mas decisões judiciais as definiram como criminosas por “fazerem apologia às drogas”.

Essa repressão da justiça se manteve de 2008 até 2011, quando uma tentativa de Marcha em SP provocou uma truculenta resposta policial, fazendo com que, finalmente, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidisse quanto à legitimidade das manifestações.

Ainda que vagarosamente, o debate da legalização da maconha avança em diversos aspectos. Apontada como uma possível solução à violência gerada pelo tráfico, o plantio da cannabis para consumo medicinal ou social/recreativo é uma ideia recorrente e defendida pelo movimento.

Você esteve na Marcha em São Paulo? Conversou conosco? Adquiriu nossa maravilhosa shoulder bag de tecido de cânhamo + algodão orgânico? Poste fotos e marque o @doctorbanz!

De coração, nosso muito obrigado à todos que pararam para nos ouvir, compartilharam ideias, dores e necessidades. Saibam que o Dr Banz estará firme e forte ao lado de vocês e de todos os movimentos cannábicos, juntos por um único ideal, termos a liberdade de escolher o que queremos de melhor para nossas vidas!

Banzai!

Dr Banz no Festival Path 2018

O que rolou sobre Cannabis no Festival Path 2018?

Nos dias 19 e 20 de maio, a equipe do Dr Banz esteve presente no #Path2018, um dos maiores festivais de inovação e criatividade do Brasil. Em sua 6ª edição, o Festival Path 2018 ofereceu a estudantes, profissionais e empresas que buscam inovar a forma de pensar e agir, palestras, shows, filmes e mais atividades que fizeram do Path uma experiência rica em educação, entretenimento e negócios, conectando a comunidade criativa de todo o país.

A pauta cannábica esteve presente em 4 palestras que acompanhamos de perto: A conexão com o Eu através da maconha, depois de alguns imprevistos, teve a participação de Dada Yute, vocalista da banda Leões de Israel e Marcelo Schenberg, fundador do Instituto Plantando Consciência, debateram sobre conexões espirituais com o uso da maconha.

O uso da maconha só vale se for medicinal?, teve a moderação do cientista catarinense com 15 anos de experiência na área de psicofarmacologia de canabinóides, Fabrício Pamplona e o debate entre Felipe Anghinoni, fundador da Perestroika, escola de atividades criativas e Gilberto Castro, ativista e paciente de Cannabis medicinal para o tratamento de esclerose múltipla. Falaram sobre suas experiências com o uso da Cannabis, quais perspectivas para o uso medicinal e social da planta.

No domingo, 20/maio, acompanhamos outras duas palestras cannábicas: A modernização da agricultura pelo cultivo de Cannabis, onde os palestrantes Lorenzo Rolim, engenheiro agrônomo da Bedrocan, uma das maiores empresas de plantio de Cannabis medicinal do mundo e Conny De Wit, diretora financeira e comercial da SBW do Brasil, empresa que atua no plantio de mudas micropropagadas, falaram sobre o status atual das duas empresas e como estão preparados para atuar fortemente no segmento cannábico quando finalmente tivermos a legalização.

E fechando o ciclo cannábico do Path 2018, um debate esclarecedor sobre Direitos Civis Cannábicos: o que está em jogo para toda sociedade, onde o mediador Cristiano Maronna, Secretário Executivo da Plataforma Brasileira de Política de Drogas e os palestrantes Margarete Brito, líder e co fundadora da APEPI (Apoio à Pesquisa e Pacientes de Cannabis Medicinal) e o incansável Dr. Emilio Figueiredo, advogado da rede jurídica, Reforma da Política de Drogas. Uma palestra enriquecedora que debateu os caminhos percorridos pelo direito cannábico até agora, conquistando importantes vitórias legais em forma de Habeas Corpus e Salvo Condutos, a pacientes de diversas patologias que dependem do uso medicinal da maconha.

A frase que mais marcou o capítulo cannábico do Path2018, foi do próprio Dr. Emilio Figueiredo: “A legalização vai acontecer quando nós quisermos! Quando nos mobilizarmos de maneira organizada e protestarmos pelos nossos direitos!”

A interação com o público nas palestras foi de vital importância para o movimento cannábico, o debate, a troca de ideias e o esclarecimento de dúvidas em diversas áreas do movimento cannábico, são fundamentais para que as pessoas tenham cada vez menos inseguranças e incertezas quando o assunto for MACONHA e o Dr Banz estará atento e pronto para multiplicar todo esse conhecimento para vocês!

Banzai Path 2018!

Palestras Cannabis Festival Path 2018
Palestras sobre Cannabis no Festival Path 2018

Conheça mais sobre o festival e os palestrantes: @festivalpath @dadayute @fanghinoni @playmogilgr @lorenzorolim @plataformapbpd @familiaapepi @reformadrogas

Maconha na América Latina

A maconha na América Latina

Subsidiária da HempMeds fornece CBD para estudos em universidade brasileira
Fonte: http://420intel.com (29/03/2018)

A primeira empresa de maconha de capital aberto dos Estados Unidos, HempMeds, anunciou resultados positivos do simpósio sobre cannabis de sua subsidiária brasileira, realizado no Rio Grande do Sul. O evento foi realizado de 19 à 23 março, em parceria com a ANUC (Associação Nacional de Usuários de CBD), na cidade de Canoas, Passo Fundo e Porto Alegre. No evento, o Dr. Stuart Titus da Medical Marijuana Inc., palestrou sobre os benefícios do CBD e sobre oportunidades e potencial de pesquisas no Brasil.

Panamá abre as portas para a legalização da cannabis medicinal com proposta de lei
Fonte: http://420intel.com (15/03/2018)

A política que rege o uso da cannabis medicinal na América Latina vem evoluindo. Poucos países das Américas Central e do Sul permitem o uso da cannabis medicinal e óleo contendo CBD para vítimas de epilepsia, náusea, falta de apetite, vômito induzido por quimioterapia e dores e espasmos musculares causados pelo HIV. Nos últimos anos, observa-se reformas (em diversos níveis) na política de substâncias controladas em diversos países. O uso da cannabis para uso terapêutico já é uma realidade em alguns países sul-americanos e agora o Panamá inicia suas tratativas para legalizar o uso medicinal.

Países sulamericanos concedem permissões para cultivo de marijuana medicinal
Fonte: http://420intel.com (29/01//2018)

2017 será o ano que ficará na história como o ano onde houveram os maiores avanços na comunidade global da cannabis. Enquanto ainda há um longo caminho a ser percorrido, a onda da legalização, especificamente na área medicinal, atingiu muitos parlamentos ao redor do mundo. E claro que isso também se aplica a América do Sul, forçando o debate da legalização na agenda parlamentar da Argentina, Chile, Porto Rico, Colômbia e México descriminalizando o uso da cannabis medicinal e tendo no Uruguai como maior expoente, legalizando uso medicinal e recreativo/social.

Índices criminais caem no Uruguai, mas sofrem com venda ilícita de cannabis para turistas
Fonte: http://420intel.com (29/01/2018)

“Nós passamos a ideia de ser um país de vanguarda e o turista estrangeiro chega aqui e não pode comprar erva?”, disse um especialista de cannabis. Com os meses do verão se aproximando e os turistas chegando, o Uruguai receberá mais do que meia dúzia de mochileiros que vieram ver o início da jornada de legalização no ano de 2017 e até agora a lei se aplica apenas aos residentes. Esse impulso que a indústria cannabica pode dar na economia do país não pode passar em branco.

Colômbia busca se tornar líder em exportações globais de cannabis medicinal em 2018
Fonte: http://420intel.com (12/01/2018)

Colômbia pode fornecer 44% da demanda global de maconha medicinal ainda em 2018, após o board de diretores do Fundo de Controle de Drogas autorizar a colheita de 40,5 toneladas de maconha para exportação.

Congresso do Paraguai legaliza o plantio de maconha medicinal
Fonte: http://420intel.com (06/12/2017)

Congresso paraguaio aprovou uma lei criando o sistema de incentivo do governo para importação de sementes de maconha e plantio da erva para fins medicinais, a decisão acompanha a tendência de outros países da América Latina. O país já havia autorizado a importação do óleo de cannabis em Maio/17, sob controle do ministério da saúde. A autorização do plantio foi celebrada por pais e filhos que fazem uso medicinal da maconha. “Estamos felizes porque além do óleo, agora também poderemos importar sementes para o plantio e garantir a futura extração do óleo”, disse Roberto Cabañas, vice-presidente da Organização Paraguaia de Cannabis Medicinal, cuja filha é portadora da síndrome de Dravet. Sua família gastava US$300 mensais para a importação do óleo.

Peru é o mais recente país da América do Sul a legalizar a maconha medicinal
Fonte: http://420intel.com (20/11/2017)

O presidente do Peru assinou uma lei de âmbito nacional, legalizando o uso medicinal da cannabis em um momento histórico após a aprovação do congresso peruano. A legalização permite a posse, venda e transporte de maconha para fins medicinais, porém seu plantio ainda é ilegal. O governo criará uma lista oficial de importadores e cultivadores autorizados a fornecer aos pacientes, que tiverem uma prescrição médica para doenças como Parkinson, câncer, epilepsia e outras doenças crônicas ou terminais.

Legalização x Criminalização

Legalização X Criminalização

Infográfico Legalização x Criminalização
Infográfico Legalização x Criminalização

Criminalização significa repressão ao uso de drogas e tem como ação principal o combate ao tráfico e todo o seu ecosistema. O sistema atual é um ciclo vicioso de violência, desperdício de dinheiro público e corrupção em todos os sentidos. Se já está comprovado através da história que as drogas sempre foram amplamente utilizadas desde os tempos mais remotos, por que então não admitimos de uma vez por todas que a guerra às drogas foi um fracasso? Que tal mudar de postura e em vez de tentar erradicar as drogas da face da terra, aprender a aceitar que o caminho talvez seja, não eliminar, mas conviver e respeitar.

Criminalizar gera preconceito, ignorância e desinformação. Quebrar tabus, e abrir (conscientizar) a cabeça das pessoas, tirando esse tema da marginalização, vai trazer benefício a todos. Temos que saber quais os pontos positivos, mas também todos os malefícios e efeitos colaterais do seu uso (Não podemos ser hipócritas e ignorantes em achar que a cannabis só faz bem). Quais são as doses certas? Fumar todo dia faz mal?

Para entendermos melhor esse infográfico, vamos tentar enxergar o lado daquele que se opõe à legalização. Se essa planta é tão versátil por conseguir criar e atuar em diversos mercados, estimular novas tecnologias, novos remédios para tratamento e alívio de sintomas e outros tantos benefícios, a pergunta a ser feita é: Por que ela é considerada ainda, e por muitos, algo criminalizado?

Desinformação é uma das respostas à essa pergunta e, por isso, queremos trazer informação e ampliar o debate sobre a utilização da maconha aqui no Brasil e no mundo. Ainda precisamos trabalhar muito para invertermos esse gráfico e acabar com esse ciclo nocivo de desinformação. Trazer luz à essa escuridão é um dos objetivos do Dr Banz e precisamos muito de você nesse debate.

Você é a favor da legalização ou da criminalização da maconha? Por que? A sua opinião vai contribuir para erradicarmos a desinformação. Queremos muito escutar você. Colabore 🙂

Banzai!

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