Marcha da Maconha SP 2018

Marcha da Maconha SP 2018

No último dia 26 de Maio a galera do Dr Banz esteve presente na Marcha da Maconha de São Paulo! Em sua 10ª edição, a Marcha da Maconha levou milhares de pessoas à Av Paulista, principal avenida da maior cidade do país, sem a mínima cobertura dos canais de mídia aberta.

Isso mostra a força do movimento que se organiza e se comunica através das redes sociais e reuniu diversos grupos que lutam pelo direito de usar a maconha como medicação para o tratamento de seus males de saúde e também os que reivindicam a liberdade em escolher o que consumir, sem repressão da sociedade ou das leis que nos regem.

Foi um enorme prazer conversar pessoalmente com vários de vocês (banzers como nós!) e falar de nosso projeto, nossas ambições e principalmente ouvir o que vocês pensam e como podemos contribuir, independente de qual seja a frente, “medicinal” junto às associações de pais e pacientes ou “social/ recreativa” junto à galera que compareceu!

Vejam abaixo algumas fotos do evento.

 

A origem da Marcha da Maconha

A mobilização a favor da liberação da maconha teve seu início graças ao ativista Dana Beal, um dos principais organizadores da primeira Global Marijuana March (Marcha Mundial pela Marijuana), ocorrida em 07 de maio de 1990 em Nova York.

As publicações da Cannabis Culture Magazine também foram fundamentais para divulgar as notícias e os objetivos da Marcha pelo mundo.

A Marcha da Maconha é, sobretudo, uma celebração da liberdade de expressão relacionada à cultura da cannabis e às opções individuais de cada um.

Desde 1990, já ganhou versões em 80 países no mundo e em mais de 870 cidades. Atualmente, acontecem cerca de 420 marchas pelo mundo, sendo cerca de 42 delas só no Brasil!

A Marcha pela legalização da maconha no Brasil

No Brasil, o movimento anti-proibicionista começou ao final da ditadura militar, nos anos 80, com alguns levantes e protestos, mas sem grande repercussão nacional.

Em 2002 aconteceu, oficialmente, a primeira Marcha da Maconha no Brasil, que reuniu mais de 800 pessoas – convidadas a partir de papéis de sedas carimbadas com as informações da Marcha e distribuídas no Posto 9, no Rio de Janeiro. Diferentemente das décadas anteriores, para alegria geral, não houve repressão policial.

A Marcha se repetiu em algumas cidades brasileiras, mas apenas em 2007, foi criada a identidade ao movimento, concentrando os objetivos e promovendo a discussão sobre a cultura cannábica. Com isso, no ano seguinte foram organizadas as Marchas em 12 capitais brasileiras, mas decisões judiciais as definiram como criminosas por “fazerem apologia às drogas”.

Essa repressão da justiça se manteve de 2008 até 2011, quando uma tentativa de Marcha em SP provocou uma truculenta resposta policial, fazendo com que, finalmente, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidisse quanto à legitimidade das manifestações.

Ainda que vagarosamente, o debate da legalização da maconha avança em diversos aspectos. Apontada como uma possível solução à violência gerada pelo tráfico, o plantio da cannabis para consumo medicinal ou social/recreativo é uma ideia recorrente e defendida pelo movimento.

Você esteve na Marcha em São Paulo? Conversou conosco? Adquiriu nossa maravilhosa shoulder bag de tecido de cânhamo + algodão orgânico? Poste fotos e marque o @doctorbanz!

De coração, nosso muito obrigado à todos que pararam para nos ouvir, compartilharam ideias, dores e necessidades. Saibam que o Dr Banz estará firme e forte ao lado de vocês e de todos os movimentos cannábicos, juntos por um único ideal, termos a liberdade de escolher o que queremos de melhor para nossas vidas!

Banzai!

Dr Banz no Living Colour e Ozzy Osbourne

Nos dias 11 e 13 de maio 2018, a galera do Dr Banz esteve em dois shows FODAS que rolaram em São Paulo! Show do Living Colour e show do Ozzy Osbourne!

Show do Living Colour

Na sexta-feira, dia 11, o Tropical Butantã recebeu os americanos do Living Colour. Com o show da tour do mais recente álbum da banda, Shade. Um show com um nível de energia altíssimo, o quarteto certamente não decepcionou os fãs e tocou duas músicas do último álbum e recheou o setlist de clássicos da banda, cantados em coro pela plateia sedenta por “Cult of Personality”, “Glamour Boys”, “Leave it Alone”, entre muitos outros hits.

Contudo, para os banzers que não conhecem a obra dessa banda (com mais de 30 anos de estrada), confira: Time´s Up e Stain, dois álbuns que definem a essência do Living Colour! (uma das faixas do Stain é um poema chamado “Hemp”…).

Vibe maravilhosa, virtuose técnica e muito swing na primeira banda de metal composta exclusivamente por negros. Sempre questionados, desafiados e até mesmo sabotados, foram contra tudo e contra todos os tipos de preconceito, pelo puro amor a sua música e seus valores!

What´s your favorite colour baby?

Show do Ozzy

E posteriormente no domingo, dia 13, foi a vez do Príncipe das Trevas desfilar seu caminhão de hits numa plateia ensandecida, no Allianz Parque. Ozzy Osbourne dispensa comentários ou apresentações, do alto de seus 69 anos e com admirável esforço físico para entregar um show que enfeitiça a plateia e mostra que se o amor pela música é verdadeiro, gerações após gerações sempre cultuarão os pioneiros.

Os sucessos de sua carreira solo incendiaram a galera. Mas quando chegaram os clássicos do Black Sabbath, como “War Pigs”, “Paranoid” e “Fairies Wear Boots”. Você via metaleiros de todas as idades em transe, êxtase coletivo! Menção honrosa para a presença de Zakk Wylde de volta a banda da tour. Um dos maiores guitarristas que já acompanhou Ozzy e segura as pontas com solos e riffs poderosíssimos que mostram porque é considerado por muitos como um dos melhores guitarristas de metal de todos os tempos.

Dr Banz mandou aquela homenagem quando ouviu a maravilhosa “Flying High Again“. Tem um trechinho assim: “…it´s something I enjoy, Flying High Again!” (…é algo que eu adoro, Viajando Alto Novamente!)

Banzai @livingcolourofficial !!!
Banzai @ozzyosbourne !!!

Acessórios Dr. Banz

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